Daniel Vorcaro Busca Acordo Premiado com PGR e PF Após Prisão Surpreendente

Daniel Vorcaro busca acordo premiado com PGR e PF após prisão! 🚨 Ministro do STF, André Mendonça, determinou a detenção do banqueiro. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Daniel Vorcaro Explora Delação Premiada com a PGR e a PF

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, iniciou uma conversa preliminar com representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal (PF) para avaliar a possibilidade de um acordo de delação premiada. Essa primeira interação ocorreu logo após sua prisão, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, na quarta-feira, 4 de junho de 2026.

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As negociações estão em estágio inicial e, até o momento, não houve formalização de um termo de confidencialidade, documento essencial para dar seguimento a acordos de delação. A informação foi inicialmente divulgada pelo UOL e confirmada pelo Estadão, com base em fontes que acompanham o caso em desenvolvimento.

Defesa Neega Acordo e Reage à Divulgação

A defesa de Daniel Vorcaro classificou as notícias sobre as tratativas de delação como “inverdades”. Em comunicado, a equipe jurídica do empresário afirmou que a informação foi divulgada com o objetivo de prejudicar o processo defensivo em um momento delicado.

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A defesa negou veementemente que Daniel Vorcaro estivesse em negociações formais com as autoridades.

Julgamento de Liberdade e Expectativas

A equipe jurídica de Vorcaro, juntamente com os investigadores, acredita que o desfecho das conversas depende do resultado do julgamento de sua liberdade, que será realizado na sexta-feira (13) pelo plenário virtual do STF. O empresário expressou insatisfação com a prisão e manifestou a intenção de evitar uma longa medida preventiva, conforme relatado por fontes próximas ao caso.

Solicitações e Próximos Passos

Após a prisão em São Paulo, os advogados de Vorcaro solicitaram que as instalações onde ele se encontrajassem sejam revistas, como é comum em casos como este. A proposta inicial para a condução das negociações envolvia a liderança da equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, com a participação da Polícia Federal na coleta de depoimentos.

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No entanto, os termos e cláusulas do acordo seriam definidos em conjunto entre a PGR e a PF.

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