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Depois de quase dois dias, 800 mil pessoas em São Paulo ainda estão sem luz


Depois de quase dois dias, 800 mil pessoas em São Paulo ainda estão sem luz
(Foto Reprodução da Internet)

Cerca de 800 mil moradores permanecem sem luz neste domingo (5) em São Paulo, após danos provocados pelas fortes chuvas que atingiram a capital paulista na tarde de sexta-feira (3). A falta de energia dura quase dois dias.

A Enel Distribuição São Paulo informou que, desde sexta-feira, um total de 2,1 milhões de clientes foram afetados. A empresa está trabalhando para restabelecer gradualmente o serviço, priorizando os casos mais críticos, como os que envolvem serviços essenciais.

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Os impactos são significantes, principalmente nas áreas sul e oeste. Exemplos de bairros afetados são Morumbi, City América, Paraíso, Rio Pequeno, Santo Amaro, Vila Romana, Campo Belo e Butantã.

De acordo com a empresa, a previsão é de que a distribuição de energia seja restabelecida até terça-feira (7).

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Mesmo assim, a Enel assegurou que manterá o fornecimento de energia em todas as escolas onde ocorrerão as provas do Enem nesta tarde.

A empresa informou que suas equipes trabalharam durante a madrugada para garantir o fornecimento de energia em todas as escolas onde será aplicado o Enem.

A maioria das unidades já está conectada à rede da distribuidora, e algumas escolas têm geradores extras. Os equipamentos fornecidos pela Enel e pela Prefeitura de SP foram colocados em lugares específicos para garantir a realização dos exames.

Falta de água

Em entrevista na tarde de sábado (4), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que 1,5 milhão de pessoas estão sem água.

O governador atribui a interrupção no abastecimento à falta de energia, que está impedindo o funcionamento de bombas e de estações de tratamento e elevatórias.

“É importante ter energia elétrica para podermos restabelecer o fornecimento de água e solucionar essa situação”, disse o governador.

Tarcísio informou que foi criado um gabinete de crise para estabelecer diálogo com as concessionárias de energia. Entre as principais cobranças do governo do estado está a comunicação clara das empresas com os clientes.


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