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Depois de votar, Sergio Massa disse: “Hoje começa um novo capítulo na Argentina”


Depois de votar, Sergio Massa disse: “Hoje começa um novo capítulo na Argentina”
(Foto Reprodução da Internet)

O ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, votou no segundo turno da eleição presidencial na cidade de Tigre. Ele chegou pouco depois do meio-dia no local de votação.

“Hoje é uma nova etapa na Argentina. Essa etapa requer, além de boa vontade, inteligência e capacidade, o diálogo e o consenso necessários para que nosso país percorra um caminho muito mais virtuoso”, diz Massa, ao votar cercado de apoiadores e em seu reduto eleitoral.

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E continuou: “Esta eleição é fundamental para determinar como será o nosso país nos próximos quatro anos”, acrescentou.

O ministro da Economia atualmente ocupando o cargo foi prefeito de Tigre por duas vezes. Ele foi eleito pela primeira vez em 2007 e ocupou o posto até 2008. Após isso, ele conseguiu ser reeleito com uma vitória expressiva, com mais de 70% dos votos, para ficar como prefeito de 2009 a 2013. Durante esses dois anos ele consolidou seu poder em Tigre.

O candidato do governo teve um resultado melhor que o esperado na primeira rodada das eleições presidenciais em 23 de outubro. As pesquisas indicaram que ele e o ultraliberal Javier Milei ficariam empatados com aproximadamente 30%. Enquanto Milei ficou dentro das expectativas, Massa se destacou.

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O advogado nasceu em San Martín e possui ascendência italiana. Ele é membro da Unión por la Patria, uma coalizão política progressista e peronista que está no governo na Argentina desde 2019, com Fernández.

Na adolescência, ele se juntou ao partido Unión del Centro Democrático, um partido liberal de centro-direita. Em 2008, ele foi escolhido como chefe dos ministros no governo de Kirchner.

No entanto, Massa deixou a gestão Kirchner brigado com o então presidente, de quem se tornou crítico, até a retomada da relação nos últimos anos. Antes de atuar no Executivo, ele foi prefeito de Tigre, deputado por Buenos Aires e presidente da Câmara dos Deputados da Argentina entre 2019 e 2022, quando passou a colaborar diretamente com o atual governo na condição de ministro da Economia.

Em 2015, ele concorreu à presidência pela coligação Unidos por uma Nova Alternativa e recebeu 21% dos votos, ficando em terceiro lugar, depois de Daniel Scioli e do candidato vencedor, Mauricio Macri, que é de direita.


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