Deputado Rodrigo Bacellar é solto após aprovação na Alerj em operação Unha e Carne

Deputado Rodrigo Bacellar tem liberdade provisória aprovada na Alerj! Projeto busca revogar prisão por 4 votos a 3. Investigações da Operação Unha e Carne e suspeitas de ligação com o Comando Vermelho em foco

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(Imagem de reprodução da internet).

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) deu o aval para a liberação do deputado Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, que foi preso na última quarta-feira, 3. A aprovação, por 4 votos a 3, significa que o projeto de resolução que busca revogar a prisão segue para votação no plenário da Alerj, marcada para as 15h desta segunda-feira.

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Para que a medida seja efetivada, são necessários pelo menos 36 votos dos 69 deputados.

Votações Divididas

Os votos foram divididos. Rodrigo Amorim, presidente do colegiado, e Alexandre Knoploch (PL) votaram pela soltura do deputado. Já Carlos Minc se manifestou contra a liberação, assim como Elika Takimoto, que também votou contra o mérito do projeto de resolução e defendeu a permanência de Bacellar na detenção.

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A comissão ficou obrigada a apresentar o projeto de resolução ao plenário, após a votação inicial.

Contexto da Prisão

A prisão de Rodrigo Bacellar ocorreu no âmbito da operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar o vazamento de informações sigilosas. A Operação Zargun, que levou à prisão do deputado, foi motivada pela suspeita de que a divulgação de informações estava obstruindo as investigações.

A decisão da PF está relacionada a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ADPF 635/RJ, que direciona a Polícia Federal a investigar grupos criminosos violentos e suas conexões com agentes públicos.

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Outras Investigações Relacionadas

Em setembro, o deputado estadual TH Jóias foi preso sob suspeita de ligação com o Comando Vermelho (CV). A investigação revelou que Jóias utilizava seu mandato para facilitar o crime organizado, intermediando a compra e venda de drogas e equipamentos.

A polícia identificou movimentações financeiras suspeitas envolvendo empresas ligadas a Jóias, com alertas de lavagem de dinheiro. Além disso, a investigação apontou que o deputado indicou a esposa de Índio do Lixão para o cargo parlamentar onde ela é lotada.

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