“Diga-me o que está sendo difícil”: a chave para a inteligência emocional das crianças!

“Diga-me o que está sendo difícil” abre portas para a inteligência emocional de crianças. Reem Raouda revela a ferramenta poderosa e segura para o aprendizado

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(Imagem de reprodução da internet).

Uma pergunta aparentemente simples, formulada com calma, pode ter um impacto profundo no desenvolvimento da inteligência emocional de crianças. A frase “diga-me o que está sendo difícil” se destaca como uma ferramenta poderosa, revelando um potencial significativo para o aprendizado em qualquer fase da vida.

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Essa abordagem, segundo a especialista em parentalidade consciente Reem Raouda, oferece um caminho seguro e sem julgamentos para que as crianças expressem seus sentimentos.

Abordagens Alternativas e Seus Efeitos

Ao longo de anos de pesquisa com mais de 200 crianças, Reem Raouda observou que perguntas como “o que há de errado?” frequentemente geram o efeito contrário ao desejado, fechando as portas da comunicação. A simples mudança de foco, direcionando a pergunta para o que a criança está sentindo, promove um ambiente de acolhimento e confiança.

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Construindo um Vocabulário Emocional

Crianças muitas vezes têm dificuldade em nomear seus sentimentos. Permitir que elas descrevam situações e sensações, mesmo que de forma vaga, ajuda a construir um repertório emocional sólido. Esse processo é fundamental, não apenas para as crianças, mas também para adultos, auxiliando no desenvolvimento da inteligência emocional.

Validando as Emoções da Criança

Antes de tentar resolver um problema, é crucial validar as emoções da criança. A pergunta “diga-me o que está sendo difícil” demonstra que o adulto está disposto a lidar com os sentimentos da criança, transmitindo a mensagem de que sentir não é um erro, mas parte natural do processo.

Isso fortalece o senso de segurança emocional e a capacidade de autorregulação.

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Respeitando a Autonomia da Criança

Ao não exigir uma explicação imediata, a pergunta oferece liberdade à criança. Ela decide quanto quer compartilhar, o que fortalece a autoestima, a autoconfiança e o senso de agência. Essa abordagem também ajuda a regular o sistema nervoso, especialmente em momentos de alta emoção.

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