Dilema Chocante: Feminicídio em Santo André Mata Farmacêutica e Desabotoa Crise

Daniele Guedes Antunes, de 38 anos, foi assassinada pelo ex-marido em Santo André. Crime chocante ocorrido com facada e registrado como feminicídio.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Uma tragédia chocou o bairro Jardim do Estádio em Santo André, neste domingo (7). Daniele Guedes Antunes, de 38 anos, foi encontrada morta com múltiplos ferimentos por facada pelo ex-marido, Christian Antunes dos Santos, também de 38 anos. O crime ocorreu por volta das 8h15, na residência do casal, localizada na Rua Dias da Silva.

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Vizinhos relataram que foram os gritos de socorro da filha do casal que chamaram a polícia. A jovem, que presenciava o ataque, descreveu aos policiais o ato cometido pelo pai. A cena era de extrema violência, com a vítima caída no chão, nua e com ferimentos graves.

Detalhes do Crime e Primeiros Relatos

A polícia militar chegou ao local e acionou o SAMU, que encaminhou Daniele para um hospital, mas ela não resistiu aos ferimentos. Christian permaneceu no local e, segundo relatos iniciais, confessou o crime. A faca utilizada no ataque foi apreendida pela polícia.

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A perícia foi acionada para coletar evidências e determinar as causas exatas da morte. O caso foi registrado como feminicídio no 6º Distrito Policial da cidade.

Contexto e Reações

O crime ocorreu em um dia marcado por protestos em todo o Brasil contra o feminicídio. A entidade Conselho Federal de Farmácia expressou seu profundo pesar e repúdio ao assassinato, destacando a gravidade da situação.

Daniele era uma profissional dedicada, atuando como farmacêutica clínica há 15 anos, com especializações em Farmácia Clínica, Saúde da Família e Farmácia Estética. Ela também era empreendedora, possuindo sua própria clínica e frequentemente compartilhava seus interesses em atividades físicas nas redes sociais.

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Ações do Governo e Apoio às Vítimas

O Governo de São Paulo ressaltou que o combate à violência contra a mulher é uma prioridade. A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária informou que existem 16.875 presos por crimes contra a dignidade sexual e 7.555 por crimes relacionados à Lei Maria da Penha.

A SSP-SP também reforçou a estrutura das Delegacias de Defesa da Mulher, que somam 142 unidades, e ampliou as salas DDM 24h, que já realizaram cerca de 15 mil atendimentos.

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