Dinamarca alerta: Trump intensifica ameaças à Groenlândia e OTAN!
A primeira-ministra Mette Frederiksen expõe preocupação com ações de Trump. Crise na OTAN e risco de novos conflitos. Saiba mais!
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, expressou nesta segunda-feira, 5 de janeiro, sua preocupação crescente com as declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre a Groenlândia, ilha autônoma sob administração dinamarquesa.
Em entrevista à TV2, emissora local, Frederiksen enfatizou a necessidade de levar a sério os avisos de Trump, especialmente em relação ao desejo do presidente de assumir o controle da ilha. Ela ressaltou que uma ação unilateral dos EUA poderia ter consequências graves para a aliança da OTAN e, consequentemente, para a segurança estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
A preocupação de Frederiksen surge em um contexto de relatos de crescente apreensão em Copenhague sobre a insistência de Trump em controlar a Groenlândia. O presidente americano tem reiterado que o controle da ilha seria essencial para garantir a segurança dos Estados Unidos.
A situação levanta questões sobre a estabilidade da OTAN e a possibilidade de conflitos envolvendo membros da aliança.
Paralelamente, os Estados Unidos intensificaram sua atuação internacional com uma operação militar na Venezuela. Na madrugada de sábado, 3 de janeiro, forças americanas capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em uma operação de grande escala que incluiu bombardeios em Caracas e regiões estratégicas do país.
Essa ação, confirmada por Trump, desencadeou uma crise na América do Sul, com impactos no mercado global de petróleo e na arquitetura de segurança internacional.
Os EUA afirmam ter realizado um ataque em larga escala contra a Venezuela, derrubando sistemas de energia e alvos militares antes da captura de Maduro e Flores. O líder chavista está preso no Metropolitan Detention Center, em Nova York, sob acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de cocaína.
Autoridades venezuelanas relataram a morte de membros da equipe de segurança presidencial durante a operação, que foi conduzida por militares da Delta Force, unidade de elite do Exército dos EUA.
Trump apresentou a “Doutrina Donroe”, em referência à estratégia de intervenção regional, afirmando que o hemisfério ocidental estaria sob responsabilidade de Washington. O presidente alertou Colômbia e México, sugerindo que ambos enfrentam problemas ligados ao narcotráfico e poderiam ser alvo de iniciativas semelhantes.
Ele declarou que novas ações militares não estão descartadas, gerando ainda mais incerteza sobre o futuro da segurança internacional.
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