Dólar Cai Drasticamente: Novo Mínimo em 2026 e Impacto nos Mercados!

Dólar Recua e Atinge Novo Mínimo em 2024
O dólar à vista encerrou a sessão de nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026, com uma queda de 0,59%, fechando a R$ 4,894. A cotação oscilou entre R$ 4,89 e R$ 4,9147 ao longo do dia. Esse resultado marcou a primeira vez desde janeiro de 2024 que a moeda americana operava abaixo de R$ 4,90.
A cotação mais baixa anterior havia sido registrada em 12 de janeiro de 2024, quando o dólar fechou a R$ 4,8539. Na semana, a moeda americana apresentou uma desvalorização de 1,16% frente ao real. Esse movimento acumulado no período também representa uma desvalorização de 10,83% em relação ao real no acumulado de 2026.
Contexto Global e Payroll dos EUA
A queda do dólar acompanhou o enfraquecimento global da moeda americana, impulsionado por um dia de maior apetite por risco nos mercados internacionais. A divulgação do payroll dos Estados Unidos, o principal relatório de emprego do país, teve um impacto significativo.
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Os dados revelaram a criação de 115 mil vagas de trabalho em abril, superando as expectativas do mercado, que projetavam 55 mil novos postos de trabalho.
Apesar do resultado positivo, a taxa de desemprego permaneceu em 4,3%, conforme o esperado, e o salário médio por hora apresentou um avanço, embora ligeiramente abaixo das previsões. Essa leitura foi interpretada pelos investidores como um sinal de resiliência da economia americana, sem gerar pressões significativas para os próximos passos do Federal Reserve (Fed).
Impacto nos Mercados Financeiros
O cenário de menor aversão ao risco nos mercados globais, resultante do payroll, favoreceu a busca por ativos de risco e moedas emergentes. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a outras moedas fortes, recuou 0,17% no final da tarde, atingindo 97,898 pontos.
Especialistas apontam que a combinação de altas nas bolsas de valores e a queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano contribuíram para esse movimento.
Análise de Bruno Shahini
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, destacou que o cenário de maior apetite por risco, impulsionado pelo payroll, aproximou o dólar das mínimas desde o início de 2024. Ele ressaltou que o real também se beneficiou de fatores como o diferencial elevado de juros no Brasil, o fluxo de investimentos em mercados emergentes e a melhora nos termos de troca, impulsionada pelo preço do petróleo acima de US$ 100.
“Esse conjunto de fatores levou o câmbio a voltar a operar próximo das mínimas do ano, refletindo um ambiente ainda favorável para moedas ligadas a commodities e carry”, afirmou Shahini.
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Redação ZéNewsAi
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