E-commerce brasileiro explode no Natal 2026! Vendas online atingem R$ 10,8B, +18,7% vs 2025. Promoções impulsionam compras com tíquete menor. Veja os dados!
O período de Natal de 2026 viu um crescimento notável no e-commerce brasileiro, impulsionado por um aumento no volume de pedidos e compras de menor valor. Entre os dias 19 e 31 de dezembro, as vendas online totalizaram R$ 10,8 bilhões, representando um aumento de 18,7% em comparação com o mesmo período de 2025, conforme dados da Confi Neotrust, que monitora cerca de 7 mil lojas virtuais no país.
Durante este período, o valor médio gasto por compra diminuiu 3,1%, atingindo R$ 290,30.
A semana do Natal, entre os dias 19 e 25 de dezembro, registrou um movimento de R$ 5,9 bilhões no e-commerce, um crescimento de 14,2% em relação ao ano anterior. No entanto, o tíquete médio sofreu uma queda de 7,9%, indicando que as promoções tiveram um papel significativo nas decisões de compra dos consumidores.
O foco nas ofertas de desconto influenciou o comportamento de consumo, com muitos clientes buscando vantagens nos preços.
Em contraste com o e-commerce, o varejo físico apresentou um desempenho mais modesto. Dados da Getnet revelaram um aumento de 1,7% nas vendas presenciais em dezembro, em comparação com 2025, e uma queda de 1,3% em relação a novembro, sinalizando uma perda de ritmo no final do ano.
Essa diferença de desempenho entre os canais de venda reflete as mudanças nas preferências dos consumidores.
Após o período natalino, entre os dias 26 e 31 de dezembro, o e-commerce retomou o crescimento, com um faturamento de R$ 4,8 bilhões, um avanço de 24,8% em relação ao mesmo período de 2025. Diferentemente da semana anterior, o tíquete médio aumentou 3,4%, atingindo R$ 305, e o preço médio dos produtos subiu 5,7%, alcançando R$ 147,30.
Essa mudança sugere uma recuperação gradual após o período de promoções intensas.
Alguns segmentos do e-commerce se destacaram no pós-Natal, impulsionados por fatores sazonais. As vendas de aparelhos de ar-condicionado cresceram 284%, somando R$ 433 milhões, enquanto o segmento de refrigeradores avançou 38,5% no mesmo período. Esses resultados evidenciam a influência do clima e a necessidade de reposição de bens duráveis nas decisões de compra online, especialmente quando combinados com condições comerciais mais vantajosas.
“O crescimento do e-commerce não indica maior disposição para gastar. O consumidor está mais racional e sensível a preço. O aumento de pedidos com tíquete menor mostra que a compra ocorre quando há vantagem clara”, afirma Hygor Roque, Head of Revenue da Divibank.
Segundo ele, a dependência exclusiva de descontos tende a perder espaço, enquanto logística, experiência de compra, personalização e uso de dados ganham relevância para fidelização e preservação de margens.
Os dados do fim de ano mostram que o e-commerce continua sendo um canal importante do varejo brasileiro, apoiado em volume, promoções e decisões de compra mais calculadas pelas famílias.
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