Soft Skills: A Chave para o Crescimento da Ecoville
Em um cenário de negócios cada vez mais dinâmico e complexo, as habilidades comportamentais – como comunicação, adaptabilidade e liderança – se tornaram cruciais para o sucesso de empresas como a Ecoville. Cristiano Corrêa, que lidera a rede há quatro anos, ressalta que o desenvolvimento dessas competências deixou de ser um complemento e agora é parte fundamental da gestão estratégica.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Comunicação para Alinhamento
Um dos primeiros desafios identificados por Corrêa foi a necessidade de uma comunicação mais direta e transparente com os franqueados. A implementação de canais de comunicação mais ágeis, com encontros regulares e um fluxo constante de informações, ajudou a eliminar ruídos e garantir que as expectativas de ambos os lados estivessem alinhadas.
Ele enfatiza que a comunicação eficaz envolve não apenas transmitir informações, mas também ouvir ativamente, contextualizar as decisões e explicar os critérios que as sustentam.
LEIA TAMBÉM!
Adaptabilidade em um Mercado Volátil
Corrêa destaca a importância da adaptabilidade como uma habilidade essencial para lidar com as constantes mudanças do mercado. Em um ambiente onde a demanda, os custos e o comportamento do consumidor podem variar rapidamente, a capacidade de ajustar as estratégias e os processos se tornou fundamental.
A Ecoville passou a revisar seus processos, testar novos formatos e corrigir rotas de forma ágil, permitindo que a rede respondesse a cenários adversos sem comprometer sua operação.
Liderança e Desenvolvimento Humano
Com uma rede diversificada de franqueados e equipes, a Ecoville reconheceu a importância de uma liderança que considerasse as diferentes necessidades e estágios de maturidade de cada um. A empresa implementou programas de capacitação contínua e iniciativas de acompanhamento mais próximo, visando reduzir a rotatividade, fortalecer a cultura interna e, consequentemente, sustentar o crescimento da rede.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A experiência da Ecoville demonstra que o sucesso de uma operação não depende apenas de fatores como escala, tecnologia ou padronização, mas sim da capacidade de desenvolver e engajar as pessoas que a compõem.
