O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos Estados Unidos, compartilhou um vídeo nas redes sociais, especificamente no X, onde expressou sua preocupação com as condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
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Ele fez uma comparação direta com a situação do ditador venezuelano Nicolás Maduro, alegando que Bolsonaro enfrentava restrições de acesso a cuidados médicos mais severas do que Maduro, que está preso nos Estados Unidos.
Reações e Investigação Inicial
Eduardo Bolsonaro questionou o processo de autorização para que Bolsonaro pudesse ser atendido em um hospital, argumentando que a necessidade de aprovação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) era inadequada. A situação gerou uma reação imediata, com o Conselho Federal de Medicina (CFM) instaurando uma sindicância para apurar os fatos relacionados ao atendimento médico do ex-presidente.
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Posteriormente, o ministro do STF anulou a sindicância e determinou que o presidente do CFM prestasse esclarecimentos à Polícia Federal (PF).
Visitas e Apresentações de Apoio
Na terça-feira (13), Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, visitou Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, com uma duração de 30 minutos, conforme determinado pelo ministro Moraes. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, também esteve presente, acompanhada de sua filha, Letícia Firmo, e de Laura, filha mais nova do casal.
Michelle não concedeu entrevistas durante a visita.
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Carta de Apoio do Vereador
O ex-vereador do Rio de Janeiro (PL-SC), também presente no local, publicou uma carta endereçada a Bolsonaro. Na mensagem, ele enfatizou a importância de Bolsonaro resistir ao processo legal, argumentando que o objetivo principal não é punir erros ou desrespeitar leis, mas sim uma tentativa de destruir a imagem moral do ex-presidente.
Ele considerou a resistência um ato de amor.
Conclusão
A situação continua sob investigação e acompanhamento, com o ex-presidente cumprindo uma pena de 27 anos e três meses em regime fechado, devido à condenação por liderar uma organização criminosa em uma tentativa de golpe de Estado.
