Mercado em alerta! Eleições de 2026 abalam investimentos. Especialistas alertam: incertezas políticas podem superar cortes na Selic. Kinea e Asset1 ajustam portfólios! Saiba como se proteger
O mercado financeiro de 2026 está atento a um fator que, na visão de especialistas, pode ter um impacto maior do que os cortes de juros anunciados pelo Banco Central. Ruy Alves, sócio e gestor multimercado da Kinea Investimentos, destaca que a incerteza gerada pelo período eleitoral tem um potencial de impacto considerável no preço dos ativos.
Cortes de Juros Já Preços
Alves argumenta que a expectativa de um ciclo de cortes na taxa Selic já está refletida nos preços, mas a combinação desse cenário com o período eleitoral pode gerar um impacto maior do que as projeções sobre a Selic. Ele ressalta que o estresse político pode pressionar o mercado de câmbio e elevar a volatilidade.
Ajustes em Portfólios
Diante dessa situação, a Kinea Investimentos já começou a realizar ajustes em seus portfólios, reduzindo posições em ativos sensíveis a juros locais, no dólar e na bolsa brasileira, buscando se afastar de apostas muito direcionadas até que a questão eleitoral se torne mais clara.
Abordagem Global
O gestor enfatiza a adoção de uma abordagem cada vez mais global, buscando oportunidades em diferentes mercados, aproveitando a capacidade de seus fundos operarem fora do Brasil.
Ruy Alves expressa a expectativa de que o Banco Central inicie um ciclo de afrouxamento monetário no primeiro trimestre de 2026.
Em um cenário como o de 2026, a gestão profissional se torna fundamental, pois as mudanças bruscas decorrentes do cenário político podem impactar significativamente o desempenho das alocações de investimento.
Marcello Siniscalchi, sócio da Asset1, compartilha uma perspectiva semelhante, ressaltando que a Selic continua sendo o principal gatilho para a manutenção da alocação em renda fixa. Ele observa que a eleição ganhará cada vez mais importância nas discussões ao longo do ano.
Siniscalchi enfatiza que os comunicados do Banco Central têm um peso maior devido a uma dinâmica mais tática, mas que é preciso ajustar as estratégias fiscais.
Ele destaca que a definição dos rumos político-econômicos do país, em função do cenário eleitoral, será crucial para a trajetória dos preços dos ativos.
O especialista da Asset1 aponta que a maior atenção atualmente na renda fixa está na parte longa da curva de juros, que precifica as expectativas para a Selic no longo prazo.
Siniscalchi explica que, se os investidores passarem a acreditar em um ajuste fiscal estrutural após a eleição, o prêmio de risco da curva de juros deve cair.
Sinais que apontem para uma maior probabilidade de aumento do endividamento público podem elevar o prêmio.
A gestora mantém posições aplicadas nos vencimentos mais curtos da curva de juros, apostando em um ciclo de afrouxamento monetário mais intenso do que o atualmente embutido nos juros futuros de curto prazo. Já nos prazos mais longos, a estratégia é mais cautelosa, diante das pressões de alta.
A Asset1 tem preferência por ativos de crédito isentos de impostos e papéis indexados à inflação, com foco em investimentos pós-fixados.
Siniscalchi reforça que, em um ano como 2026, a gestão profissional é fundamental, pois o cenário político pode causar mudanças bruscas.
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