Joe Procopio alerta: empreender em 2026 é mais caro! Inflação e saúde pública complicam startups. Descubra como Pedro Franceschi, do Vale do Silício, pode te ajudar a superar os desafios e alcançar o sucesso!
A ideia de que empreender nunca foi tão fácil precisa ser reavaliada. Apesar do aumento no acesso a ferramentas digitais, conhecimento e redes de apoio, o custo de transformar uma ideia em negócio está subindo rapidamente. Joe Procopio, um empreendedor experiente, aponta dois fatores importantes que complicam essa jornada: a inflação persistente e a deterioração do sistema de saúde, especialmente nos Estados Unidos, mas com reflexos no Brasil.
Esses desafios exigem mais do que apenas preparo financeiro; também demandam uma forte base emocional e estratégica. A situação se agrava pela falta de previsibilidade de custos, dificuldade em formar equipes e a pressão por resultados imediatos.
A inflação, acompanhada dos juros, afasta a linha de chegada financeira para as startups. Isso significa que as rodadas de investimento precisam ser maiores do que antes. Um investimento de US$ 250 mil, que antes sustentava um negócio por 12 meses, pode agora exigir quatro vezes mais, dependendo do tipo de negócio.
A inflação impacta salários, fornecedores, tempo de entrega e reduz a margem de erro dos empreendedores. No Brasil, onde o acesso a capital ainda é limitado, erros de cálculo e planos de negócio frágeis podem ser fatais.
O segundo grande obstáculo é o custo de oferecer ou contratar planos de saúde de qualidade. Nos Estados Unidos, os planos privados se tornaram inacessíveis para pequenas empresas. No Brasil, a situação é similar, com planos empresariais que aumentaram até 25% nos últimos anos e uma oferta limitada de cobertura para startups e MEIs.
Isso afeta diretamente a contratação e retenção de talentos. Se um fundador não consegue oferecer segurança básica para sua equipe, a empresa perde competitividade. Se ele mesmo não tem acesso a atendimento de qualidade, sua saúde mental e física, essenciais para sustentar a rotina empreendedora, fica em risco.
Diante desse cenário, Procopio sugere duas opções: captar alto desde o início ou adiar contratações e crescer de forma solo. Para quem tem acesso a capital, o ideal é levantar valores maiores na fase inicial, como R$ 1 milhão ou mais. Para quem não tem capital, o caminho é construir o produto sozinho por mais tempo, manter o emprego atual e postergar a formalização de uma equipe.
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