Empresa inicia 2026 com vendas recordes e landbank de R$ 24,9 bi! O que o BTG Pactual aponta sobre o caixa? Clique e saiba mais.
A companhia iniciou 2026 com indicadores impressionantes. A análise operacional do primeiro trimestre revela uma expansão robusta tanto em vendas quanto em novos lançamentos. Contudo, há um ponto que merece atenção, que é a geração de caixa durante este período.
As vendas líquidas totalizaram R$ 2,3 bilhões no trimestre, representando um aumento de 9,5% em comparação com o ano anterior. Este resultado marca o melhor desempenho histórico da empresa para um primeiro trimestre.
A velocidade de vendas (VSO) manteve-se em 45,1%, um patamar considerado elevado para o setor imobiliário. Os lançamentos também seguiram esse ritmo positivo. Foram introduzidos 10 empreendimentos, sendo sete localizados em São Paulo e três no Rio de Janeiro.
Estes novos projetos somaram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,65 bilhões. Além disso, o tíquete médio das unidades registrou uma alta de 8,5%, atingindo R$ 330,8 mil.
Outro ponto forte foi o banco de terrenos. A Cury encerrou o trimestre com um landbank recorde de R$ 24,9 bilhões, um crescimento de 25,8% em relação ao ano passado. Esse volume assegura boa visibilidade para os próximos ciclos de lançamentos.
Para o BTG Pactual, os resultados operacionais confirmam a solidez da companhia. O banco ressalta a combinação de alta velocidade de vendas e o crescimento da produção, que subiu 37,8%, totalizando 4.633 unidades.
Os repasses também apresentaram avanço, somando R$ 1,34 bilhão, um aumento de 19,3%. Apesar disso, a geração de caixa ficou em R$ 93,4 milhões no trimestre. Embora seja um valor positivo pelo 28º trimestre consecutivo, ficou abaixo da projeção de cerca de R$ 200 milhões feita pelo BTG.
O BTG classificou o resultado como “decente”, atribuindo o desvio à sazonalidade comum no início do ano. Mesmo com esse ajuste, a leitura geral permanece positiva. O banco mantém a recomendação de compra para as ações, estabelecendo um preço-alvo de R$ 44, o que sugere um potencial de alta de quase 19% sobre os valores atuais.
Uma parte fundamental desse otimismo reside no programa Minha Casa, Minha Vida, que impulsiona a demanda da Cury. As recentes alterações governamentais ampliaram os limites de renda e os valores dos imóveis que podem ser financiados.
Isso eleva o poder de compra das famílias, especialmente nas faixas de renda mais altas do programa, expandindo o mercado endereçável para as incorporadoras. Em São Paulo, por exemplo, o programa já é responsável por cerca de 65% dos lançamentos, podendo ganhar ainda mais importância.
Apesar do cenário favorável, o setor apresenta riscos. O próprio BTG aponta a sensibilidade do mercado ao cenário macroeconômico, particularmente à taxa de juros, e à dependência de políticas públicas no segmento de baixa renda.
No entanto, o banco avalia que o balanço entre risco e retorno ainda é favorável. Com caixa líquido, crescimento constante no lucro e potencial de distribuição de dividendos, a Cury, segundo o BTG, possui espaço para superar o desempenho médio do setor.
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