Empresas em crise: alta rotatividade preocupa RH e lideranças! 🚀 Descubra os segredos para reter talentos e impulsionar resultados. A Urgência da Mudança! 🤯
A fuga de profissionais qualificados tem se tornado um problema central para os departamentos de Recursos Humanos e as lideranças de empresas. Não se trata apenas de dificuldade em encontrar novos colaboradores, mas sim de altas taxas de rotatividade.
Essa situação é consequência de falhas internas em processos, na gestão e na cultura organizacional, impactando diretamente o engajamento, o bem-estar e a permanência dos funcionários. A Deloitte, em seu relatório Global Human Capital Trends 2025, destaca que empresas que investem em bem-estar, propósito e práticas focadas nas pessoas conseguem atrair e reter talentos com mais facilidade.
É evidente a necessidade de as empresas revisarem seus processos e a forma como suas lideranças atuam. Flávia Mentone, CEO da Reponto, empresa especializada em recrutamento e seleção de pessoas com deficiência, ressalta: “As pessoas hoje não buscam apenas um emprego, elas querem se sentir respeitadas, seguras e pertencentes.
Quando isso não acontece, a saída se torna uma consequência natural”.
A especialista listou os principais fatores que contribuem para a perda de talentos: Falta de equidade, inclusão e pertencimento, especialmente para grupos minorizados; Ausência de oportunidades claras de crescimento e desenvolvimento profissional; Flexibilidade insuficiente com modelos rígidos e baixa autonomia; Cultura organizacional diferente da apresentada durante o processo seletivo, gerando frustração e quebra de confiança; Reconhecimento baixo e falta de valorização diária, que gera desengajamento silencioso; Gestão despreparada para lidar com diversidade, saúde emocional e escuta ativa; Discurso sem coerência quando a empresa fala sobre saúde mental e diversidade, mas não muda comportamentos, processos e a forma de liderar; Ambientes que negligenciam o bem-estar e a segurança psicológica, normalizando sobrecarga, assédio ou jornadas exaustivas.
Essa situação se conecta às mudanças estabelecidas na Norma Regulamentadora 1 (NR-1), que desde 2024 ampliou a exigência de gestão de riscos psicossociais nas empresas. Em 2026, a norma passa a cobrar de forma efetiva a responsabilização das organizações na manutenção de ambientes de trabalho seguros e no cuidado com o bem-estar das pessoas.
Ao colocar as pessoas no centro e alinhar cultura, processos e liderança, as empresas não apenas reduzem a rotatividade, mas demonstram também valorizar o ativo mais importante do negócio: o capital humano. “Como caminho para reverter esse quadro, a diversidade precisa estar integrada à estratégia do negócio.
Trazer mais diversidade para dentro da empresa não é apenas uma pauta social, é uma decisão estratégica. Ambientes diversos, inclusivos e humanos retêm talentos, fortalecem a cultura organizacional e constroem resultados mais sustentáveis”, conclui Flávia Mentone.
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