Étoile: De Fracasso a Milhões – A Incrível Jornada de Michelle Hu

Michelle Hu transformou um fracasso de US$ 30 mil em um sucesso! A trajetória da Étoile, que fatura US$ 9 milhões, mostra como a resiliência e foco no mercado são cruciais. Descubra a lição de Michelle e impulsione seus negócios!

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A Jornada de Michelle Hu: De Fracasso no App a um Sucesso com Acessórios de Beleza

A história de Michelle Hu é um exemplo inspirador de resiliência e adaptação no mundo dos negócios. Inicialmente, sua incursão no mercado de aplicativos de beleza, com o projeto Mei, resultou em um investimento de US$ 30 mil perdido e em uma dolorosa conclusão: ela não tinha a paixão ou o conhecimento necessários para o setor.

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Após dois anos, abandonando o setor de tecnologia e o emprego no Citi, Michelle decidiu apostar em algo mais tangível, dando origem à marca Étoile, que hoje fatura mais de US$ 9 milhões e está presente em quase 30 lojas da Anthropologie nos Estados Unidos.

A Lição do Mei: Alinhamento Produto-Mercado

O fracasso do Mei foi um ponto de virada crucial. Michelle percebeu que faltava um alinhamento entre o produto que estava criando e o mercado, bem como entre sua vocação empreendedora e o produto em si. “Eu não tinha formação em tecnologia e descobri, tarde demais, que não era apaixonada pelo produto que estava criando”, revelou.

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Essa lição direta a ensinou que a paixão é o combustível essencial para perseverar nos momentos difíceis e manter o foco financeiro, especialmente quando o retorno não aparece imediatamente.

O Reposicionamento Estratégico: Foco no que o Mercado Quer

Enquanto lutava com o app, Michelle já vendia organizadores de maquiagem em acrílico sob a marca Étoile. Ao perceber a tração orgânica desse produto, ela optou por encerrar o Mei e mergulhar de vez no mercado de bens de consumo. No entanto, a Étoile também enfrentou desafios iniciais, como a tentativa de transformar a marca em uma “loja de tudo” para beleza, vendendo desde ring lights até espelhos de camarim.

Essa estratégia dispersa o público, elevou os custos de estoque e reduziu o retorno.

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A Virada: Cortes Estratégicos e Foco no Essencial

A virada aconteceu quando Michelle fez cortes duros, eliminando produtos pouco rentáveis e focando na linha de acessórios para viagem, que se mostrou a opção mais procurada e com melhor margem. “Quando acertamos o produto e o mercado, tudo passou a funcionar de forma mais eficiente”, afirmou.

Esse ponto-chave é fundamental para profissionais de finanças corporativas: identificar e escalar o que realmente gera retorno, abandonando o que apenas consome recursos.

Erros de Gestão e a Importância da Escolha Certa

Um dos erros mais caros cometidos por Michelle foi a má seleção de prestadores de serviço no projeto do app. Sem orçamento para profissionais experientes, ela contratou estudantes com pouca bagagem, o que resultou em atrasos, retrabalho e desperdício de capital. “Achava que, se alguém já tivesse feito um app antes, poderia fazer qualquer um.

Eu estava errada. Não pesquisei, não analisei portfólio, só fui.” Essa etapa demonstra que a gestão financeira corporativa vai além dos números, envolvendo tomada de decisões baseadas em risco, eficiência de investimento e análise de capacidade técnica.

A Importância de Abandonar Ideias que Não Funcionam

No início da Étoile, Michelle relutou em cortar produtos estocados, mesmo quando eles claramente não geravam retorno. Foi só quando tomou a difícil decisão de descontinuar itens como espelhos e móveis de maquiagem que a empresa deu um salto. “Foi só quando deixei de lado o orgulho e aceitei que algo não estava funcionando que o negócio se transformou.” Essa mudança de mentalidade é essencial para quem atua com orçamento, planejamento e estratégia financeira corporativa: saber quando parar de investir em ativos improdutivos pode ser tão decisivo quanto saber onde aplicar.

A história de Michelle Hu ilustra a importância de uma gestão financeira estratégica, focada em identificar o que o mercado realmente quer e em abandonar ideias que não geram retorno. É um lembrete de que o sucesso nos negócios não se resume apenas a ter uma boa ideia, mas também à capacidade de adaptabilidade, resiliência e tomada de decisões financeiras inteligentes.

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