EUA e Espanha em crise! Tensão explode no Oriente Médio após atritos sobre a guerra. Madri resiste à pressão de Washington e nega cooperação militar. Trump ameaça cortar o comércio com a Espanha!
A quarta-feira, 4, marcou um novo aumento das tensões entre a Espanha e os Estados Unidos, desencadeado por divergências sobre a guerra no Oriente Médio. A Casa Branca anunciou que a Espanha havia aceitado “cooperar” com o Exército americano no conflito, mas a afirmação foi rapidamente contestada por Madri, que negou qualquer alteração em sua posição.
O governo dos Estados Unidos busca autorização para utilizar as bases militares de Rota e Morón, localizadas no sul da Espanha, como parte de um acordo bilateral de décadas. O governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez, líder do governo socialista espanhol, rejeitou essa possibilidade, classificando a guerra como “injustificada, perigosa e fora da legalidade internacional”.
Essa postura mantém a recusa de Madri em autorizar operações militares a partir dessas instalações.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que autoridades espanholas teriam concordado em cooperar com as forças americanas. “Tenho entendido que, nas últimas horas, (as autoridades espanholas) concordaram em cooperar com o Exército dos Estados Unidos”, declarou Karoline.
O ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, contestou a declaração em seguida, afirmando que não houve alteração na política do governo espanhol.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende cortar todo o comércio com a Espanha diante da recusa do país em autorizar o uso das bases e em ampliar os gastos militares dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Durante um encontro com o chanceler alemão, Friedrich Merz, em Washington, Trump declarou em coletiva de imprensa que “A Espanha se comportou de maneira terrível”. No entanto, não foi tomada nenhuma decisão definitiva sobre a suspensão das relações comerciais entre os dois países.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente Donald Trump definiu objetivos específicos para a operação militar contra o Irã. Em coletiva de imprensa, ela explicou que “a vitória será determinada” quando esses objetivos forem “plenamente alcançados”, sem indicação de prazo ou detalhes adicionais sobre a operação militar.
De acordo com Karoline Leavitt, os objetivos estabelecidos pelo governo americano incluem: destruir a marinha iraniana; destruir a capacidade de mísseis balísticos do Irã; garantir que os aliados do Irã na região ‘não possam mais prejudicar os americanos’; garantir que o Irã ‘nunca consiga obter uma arma nuclear’.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que o governo manterá “essa luta pelo tempo que fosse necessário”. A afirmação indica a possibilidade de continuidade das ações militares sem definição pública de duração.
Durante a coletiva, jornalistas questionaram a porta-voz da Casa Branca sobre a ausência de explicações detalhadas do governo americano a respeito de uma ameaça imediata que justificasse o início dos ataques contra o país persa. Karoline Leavitt afirmou que Trump “não toma essas decisões isoladamente” e declarou que a autorização para a operação militar ocorreu após avaliação de múltiplas ameaças atribuídas ao Irã.
Segundo Karoline Leavitt, os Estados Unidos atingiram mais de 2 mil alvos no Irã, “destruindo centenas e centenas de mísseis balísticos e drones”. Ela informou que essa tática daria aos EUA e a Israel “domínio completo sobre o espaço aéreo iraniano”.
E acrescentou que as Forças Armadas americanas destruíram 20 navios de guerra iranianos, incluindo o . Trump detalha status do conflito a Macron O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para o presidente da França, Emmanuel Macron, nesta quarta-feira para atualizá-lo sobre a campanha militar conduzida contra o Irã.
A informação foi divulgada por um funcionário do gabinete do presidente francês ao jornal norteamericano The New York Times. Durante a conversa, Macron abordou a situação no Líbano, país que enfrenta aumento das tensões no contexto regional. Segundo o funcionário do governo francês, o presidente destacou preocupação com o agravamento dos ataques no território libanês.
Esta é a primeira conversa conhecida entre Trump e Macron desde o início do conflito envolvendo o Irã.
As Forças Armadas dos Estados Unidos utilizaram pela primeira vez os novos mísseis de ataque de precisão de longo alcance, conhecidos como Precision Strike Missile (PrSM), na . A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 4, pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom).
O órgão militar, sediado na Flórida, informou que o uso ocorreu durante a operação militar chamada Fúria Épica. Em publicação nas redes sociais, acompanhada de vídeo dos ataques, o comando classificou o lançamento como uma estreia “histórica” em combate.
Segundo o Centcom, os mísseis foram utilizados “durante a operação Fúria Épica, proporcionando uma capacidade de impacto profundo sem precedentes”. O comandante do Centcom, almirante Brad Cooper, comentou o uso do armamento nas operações. “Não poderia estar mais orgulhoso de nossos homens e mulheres em uniforme, que aproveitaram a inovação para criar problemas para o inimigo”, declarou.
As forças americanas haviam anunciado em abril de 2025 os primeiros testes do sistema. O armamento é descrito pelo governo como a “próxima geração” de mísseis de precisão de longo alcance, projetados para “atacar, neutralizar, suprimir e destruir alvos”.
O sistema substitui os chamados Army Tactical Missile System (ATACMS), ou Mísseis Táticos do Exército.
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