Dhiya Zawba Muslih al-Hardani e dois de seus filhos faleceram em um ataque, de acordo com o Exército americano.
As forças do Centcom (Comando Central) dos Estados Unidos alegam ter eliminado um líder do Estado Islâmico (EI), na área de Aleppo, na Síria.
Dhiya Zawba Muslih al-Hardani, juntamente com seus dois filhos, Abdallah Dhiya al-Hardani e Abd al-Rahman Dhiya Zawba al-Hardani, ambos membros do grupo jihadista, faleceu em um ataque ocorrido na sexta-feira (25.jul.2025), conforme reportado pela Al Jazeera.
O General Michael Erik Kurilla, comandante do Centcom dos EUA, declarou que continuaremos incansavelmente a caçar os terroristas do Isis, em qualquer lugar que se encontrem. Os terroristas do Isis não possuem segurança em seus locais de descanso, operação ou dissimulação. Ao lado de nossos parceiros e aliados, o Comando Central dos EUA está comprometido com a derrota definitiva dos terroristas do Isis que ameaçam a região, nossos aliados e nossa pátria.
No final de maio, o grupo Estado Islâmico assumiu a responsabilidade por um ataque ao exército sírio, marcando o primeiro ataque do grupo armado contra forças governamentais desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2025. O Estado Islâmico, que considera o novo governo em Damasco liderado pelo presidente Ahemd al-Sharaa como ilegítimo, até então concentrou suas ações contra as forças curdas no norte.
Em abril, o Pentágono anunciou a redução pela metade do número de tropas americanas na Síria. Os EUA mantêm atualmente cerca de 2.000 soldados no país — principalmente na região nordeste — que colaboram com forças locais para impedir o ressurgimento do Estado Islâmico.
A diminuição das tropas constitui uma alteração notável na política dos Estados Unidos na Síria, onde forças americanas estão presentes desde 2015 como parte da coalizão internacional contra o Estado Islâmico.
Após a queda do regime de Bashar al-Assad na Síria, em dezembro de 2025, o país é governado por Ahmed al-Sharaa. No auge de suas ações, o grupo extremista controlava amplas áreas do Iraque e da Síria, mas enfrentou derrotas militares e perdeu seu último território em março de 2019.
Apesar da perda de território, especialistas em segurança avaliam que o Estado Islâmico continua sendo uma ameaça como movimento insurgente, com muitos combatentes atuando em grupos secretos nos dois países.
Fonte por: Poder 360
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