EUA, Rússia e China em crise: ONU deve mediar negociações urgentes sobre armas nucleares!

EUA pressionam ONU para negociações trilaterais com Rússia e China! 🚀 Término do START III gera alerta para corrida armamentista. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Os Estados Unidos solicitaram, nesta sexta-feira, 6, que a ONU promova negociações trilaterais entre Washington, Moscou e Pequim, visando estabelecer novos parâmetros para o uso de armas nucleares. Essa demanda surge após o término, na noite de quinta-feira, do START III, o último tratado que regulamentava os arsenais estratégicos entre os EUA e a Rússia.

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A solicitação foi apresentada durante a Conferência sobre Desarmamento, realizada em Genebra.

A Crítica à Ausência de Transparência e Limites

O governo americano argumenta que a situação atual exige uma nova abordagem para a arquitetura de segurança global. Segundo Thomas DiNanno, subsecretário de Estado para Controle de Armas, as constantes violações por parte da Rússia, o aumento do número de armas nucleares em todo o mundo e as falhas no Novo START justificam a necessidade de um acordo que considere as ameaças contemporâneas, e não as de épocas passadas.

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A falta de transparência e limites no arsenal chinês também é um ponto central da crítica americana.

Posições Divergentes: Rússia, China e a Necessidade de um Diálogo Ampliado

A Rússia, por sua vez, impõe condições para o início das negociações, argumentando que é necessário um convite formal de Washington, sem pré-condições. O embaixador russo na ONU em Genebra, Gennady Gatilov, enfatiza a necessidade de um diálogo mais amplo, que envolva outros países com arsenais nucleares, como França e Reino Unido, membros da OTAN.

Ele defende que o diálogo deve ir além das três potências mencionadas.

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Rejeição Chinesa e Apelo à Responsabilidade Global

A China rejeitou a participação imediata nas negociações, argumentando que suas capacidades nucleares não estão no mesmo nível dos Estados Unidos ou da Rússia. O embaixador adjunto chinês na ONU em Genebra, Jian Shen, defende que os países com os maiores arsenais devem liderar o processo, promovendo reduções “significativas, verificáveis e juridicamente vinculantes”.

Ele também rebate a alegação americana de que Pequim estaria expandindo seu arsenal de forma opaca.

Impacto do Término do START III e Perspectivas Futuras

O fim do START III aumenta as incertezas sobre a segurança global. Especialistas alertam para o risco de uma nova corrida armamentista, em um cenário de tensões geopolíticas elevadas e expansão de programas militares. A China lamentou o fim do tratado, considerando-o vital para a estabilidade nuclear, e reiterou o pedido para que EUA e Rússia retomem o diálogo estratégico, buscando um futuro mais seguro para o mundo.

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