Europa Reforça Apoio à Segurança no Ártico e Reage a Críticas de Trump
Os países europeus estão intensificando sua mensagem de apoio à segurança na região do Ártico, em resposta às recentes tensões envolvendo a Groenlândia e os Estados Unidos. Uma declaração conjunta, assinada pelos líderes da Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e Dinamarca, enfatiza a importância contínua da segurança na região e a necessidade de dissuadir potenciais adversários.
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A declaração ressalta que a segurança do Ártico permanece uma prioridade fundamental para a Europa e para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
O comunicado destaca que a presença, as atividades e os investimentos dos países europeus na região do Ártico foram significativamente aumentados, visando garantir a segurança da área e dissuadir qualquer ação hostil. O Reino da Dinamarca, que inclui a Groenlândia como parte integrante da OTAN, reforça seu compromisso com a segurança da região.
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A mensagem central é que a segurança do Ártico deve ser alcançada através da cooperação entre os membros da OTAN.
A declaração europeia também reafirma a importância de defender os princípios universais de soberania, integridade territorial e inviolabilidade das fronteiras, conforme estabelecido na Carta das Nações Unidas. Essa postura visa demonstrar um compromisso firme com a estabilidade e a segurança na região do Ártico.
A Dinamarca, em particular, enfatiza a importância da Groenlândia para a segurança da OTAN.
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Recentemente, a Casa Branca anunciou que o presidente e sua equipe estavam avaliando “opções de aquisição” para a Groenlândia, incluindo o uso da força. Essa declaração gerou uma forte reação do primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielssen, que rejeitou veementemente a ideia de anexação e cobrou respeito ao direito internacional.
Representantes dos governos da Groenlândia e Dinamarca tentaram, sem sucesso, uma reunião com o secretário de Estado dos EUA, mas sem sucesso.
As tensões entre os Estados Unidos e a Groenlândia surgiram em meio a preocupações sobre o aumento da influência da Rússia e da China na região do Ártico. A situação continua sendo monitorada de perto pela OTAN e seus aliados.
