Tetê Baggio alerta: profissionais que buscaram o autogerenciamento precisam mudar a forma de falar sobre a experiência! Estatísticas mostram 56% querem voltar ao CLT. Descubra como!
O movimento de profissionais que retornam ao mercado formal após um período de autogerenciamento, como o trabalho como autônomo ou investidor, é bastante comum tanto no Brasil quanto em outros países. Estatísticas recentes, divulgadas no final de 2025, mostram que cerca de 56% dos trabalhadores que antes atuavam sob o regime CLT expressam o desejo de retornar a essa modalidade de trabalho.
Essa tendência é, em parte, impulsionada pela disseminação de conteúdos digitais que prometem autonomia financeira através de diferentes caminhos, como o empreendedorismo ou investimentos.
No entanto, essa transição não é simples. A prática do autogerenciamento envolve riscos, exige dedicação intensa e, muitas vezes, instabilidade na renda, levando muitos profissionais a repensar suas escolhas. Um dos principais desafios para quem busca recolocação no mercado formal é a forma como essa experiência fora do regime CLT é apresentada.
Segundo Tetê Baggio, CEO e fundadora da , a organização da narrativa é crucial.
Baggio destaca que o erro mais comum é tratar esse intervalo como uma pausa improdutiva. A experiência fora da CLT deve ser vista como uma atuação profissional válida. Profissionais que se aventuraram no empreendedorismo ou nos investimentos tendem a demonstrar receio ao relatar essa fase em processos seletivos, com medo de serem interpretados como alguém que falhou.
A orientação é encarar o período como uma experiência profissional concreta, utilizando termos como “atuação autônoma”, “consultoria independente” ou “gestão de projetos próprios” para enquadrar a vivência dentro da lógica do mercado de trabalho.
O currículo, segundo Baggio, não é o lugar para justificativas emocionais. É um documento estratégico que deve apresentar responsabilidades, decisões tomadas e competências desenvolvidas. Para ex-empreendedores, a recomendação é descrever atividades de forma objetiva, destacando habilidades como gestão financeira, negociação com fornecedores, planejamento estratégico e organização de processos.
Mesmo quando o negócio foi encerrado, houve aprendizado aplicável a funções corporativas. O foco deve estar no que foi desenvolvido ao longo do período, e não no desfecho da iniciativa.
Durante a entrevista, é importante uma abordagem direta. O recrutador busca entender como a experiência fora da CLT contribuiu para a maturidade profissional do candidato. Assumir a trajetória com clareza tende a gerar confiança. O retorno ao mercado de trabalho pode ser apresentado como uma decisão consciente de reposicionamento, e não como um recuo.
Profissionais que demonstram aprendizado e capacidade de adaptação costumam ser bem avaliados.
Algumas posturas podem dificultar a recolocação. Criticar o mercado, demonstrar ressentimento ou tentar esconder o período como autônomo costuma gerar desconfiança. A transparência, aliada a uma boa estrutura narrativa, é a estratégia mais consistente.
A experiência fora da CLT envolveu risco real e decisões sem roteiro pré-definido. Quando bem apresentada, essa vivência pode se tornar um diferencial competitivo para quem busca uma nova posição no mercado de trabalho.
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