Thaís Roque alerta: homenagens à Mulher 2026 não resolvem desigualdade! Empresas precisam de mudanças estruturais para impulsionar o crescimento das mulheres
À medida que se aproxima o Dia da Mulher, muitas empresas estão lançando campanhas internas e eventos para homenagear suas colaboradoras. No entanto, especialistas alertam que essas ações, por si só, não resolvem os problemas reais enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho.
A questão vai muito além de gestos simbólicos e requer mudanças estruturais.
Thaís Roque, estrategista de carreiras e especialista em Liderança e Capital Humano, destaca que as profissionais buscam estruturas que realmente promovam seu crescimento. Segundo ela, a busca por diversidade não deve se limitar a palavras, mas sim a processos transparentes e objetivos. “As mulheres não querem apenas homenagens, elas querem sistemas que garantam um crescimento real”, explica.
Roque aponta quatro eixos principais que as executivas e empreendedoras estão buscando: promoção, flexibilidade, segurança psicológica e políticas de maternidade. A especialista ressalta a necessidade de critérios objetivos de promoção e sucessão, combatendo o “teto de vidro” que impede o crescimento das mulheres.
Metas claras, avaliações estruturadas e patrocínio executivo são ferramentas importantes para reduzir as desigualdades internas.
Além disso, a crescente popularidade do modelo híbrido de trabalho alterou o debate sobre a permanência das mulheres nas empresas. Para muitas, a flexibilidade deixou de ser um benefício e se tornou uma condição essencial para a continuidade profissional.
Organizações que associam autonomia a resultados conseguem aumentar a retenção e a produtividade das suas equipes.
Outro ponto crucial é a criação de um ambiente de trabalho seguro e respeitoso. Thaís Roque enfatiza que a necessidade de moderar postura e discurso para evitar rótulos pode comprometer o desempenho e a inovação. Canais de denúncia eficazes, respeito em reuniões e critérios de avaliação baseados em resultados são fundamentais.
A especialista também aborda questões relacionadas à maternidade e à idade. Políticas de licença parental para todos os gêneros, programas de retorno ao trabalho e inclusão etária são medidas concretas para ampliar a equidade. Thaís ressalta que o Dia da Mulher 2026 deve ser acompanhado de indicadores mensuráveis, como promoção, diferença salarial e participação em cargos de liderança, para que a discussão não se limite a narrativas.
Para Thaís Roque, a resiliência individual não é suficiente para corrigir desigualdades sistêmicas. A responsabilidade pela mudança deve ser compartilhada entre empresas, profissionais e a sociedade como um todo. Empresas que não revisarem suas estruturas internas terão dificuldade em atrair e reter talentos, e a busca por um mercado de trabalho mais justo e igualitário continua sendo um desafio urgente.
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