Felipe Franzina apresenta em Belém que Amazonia Bio Group exporta ingredientes amazônicos e projeta

Felipe Franzina detalhou em Belém como a Amazonia Bio Group transforma frutas amazônicas em ingredientes premium, exportando para mais de 30 países

16/06/2026 11:58

3 min

Felipe Franzina apresenta em Belém que Amazonia Bio Group exporta ingredientes amazônicos e projeta
(Imagem de reprodução da internet).

Em Belém, no Pará, um empresário apresentou a exportação de ingredientes amazônicos como um negócio global durante a terceira edição do Bioeconomy Amazon Summit (BAS 2026). Felipe Franzina, paulistano e fundador da Amazonia Bio Group, demonstrou como a cultura amazônica, representada por pó de açaí, se tornou um ingrediente premium exportado para indústrias de suplementos, cosméticos e alimentos em mais de 30 países.

A Amazonia Bio Group, fundada em 2018, conecta produtores amazônicos à indústria global de ingredientes funcionais. A companhia processa diversas frutas, como açaí, cupuaçu, acerola, guaraná, banana e camu-camu, transformando-as em purês, concentrados e pós liofilizados.

Escala e Projeções de Mercado

Em 2025, a Amazonia Bio Group faturou mais de US$ 7 milhões, valor que corresponde a cerca de R$ 35 milhões na cotação atual. Franzina, que divulga o dado em dólares por se tratar de um produto totalmente exportado, projeta dobrar a receita em 2026.

Leia também

Esse crescimento será impulsionado pela compra e reforma de uma fábrica própria no Amapá, realizada no ano passado. “Em 2026 começamos a produzir 100% com uma planta própria. A empresa nasceu para organizar pessoas que não tinham acesso a capital e transformar frutas selvagens em ingredientes premium para o mercado global”, afirma Franzina.

Atualmente, o grupo mantém escritórios em Portugal e na Bélgica, além da operação industrial no Brasil. A empresa emprega 50 funcionários fixos e exporta para mercados como Alemanha e Estados Unidos.

Modelo de Negócio e Tecnologia

O principal diferencial tecnológico da Amazonia Bio Group é a liofilização. Este processo de desidratação remove a água dos alimentos sem usar altas temperaturas, preservando o sabor e as propriedades nutricionais das frutas amazônicas.

Na prática, as frutas se transformam em pós concentrados usados por marcas em produtos como suplementos alimentares e cosméticos. “O cliente não compra um saborizante artificial de banana. Ele compra banana de verdade, preservando os bioativos da fruta”, explica Franzina.

A operação segue uma cadeia verticalizada: a empresa compra frutas de cooperativas e pequenos produtores, principalmente do Amapá, processa os ingredientes e exporta os produtos acabados para clientes internacionais.

Estratégia de Crescimento e Consumidor Final

Além da venda de ingredientes industriais, Franzina criou a marca Authentic Fruits, voltada ao consumidor final. Esta linha produz smoothies feitos com frutas brasileiras, vendidos atualmente apenas fora do país, principalmente na Alemanha.

Os produtos da marca são desenvolvidos sem adição de açúcar e possuem validade de até dois anos. A expectativa é que a linha chegue ao Brasil, e a empresa negocia a entrada em grandes redes de supermercados.

O evento Bioeconomy Amazon Summit (BAS 2026) ocorre no Parque da Bioeconomia (Porto Futuro 2) e no Armazém 3 da Estação das Docas, em Belém. O evento é uma realização do BAS Convergence Hub em parceria com a Jornada Amazônia, e conta com o patrocínio do Governo do Pará e outras instituições.

Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!