Gigantes financeiros debatem riscos de IA em encontro no Tesouro dos EUA. O foco é o Claude Mythos da Anthropic e seu poder de vulnerabilidade!
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos foi palco de um encontro incomum na última terça-feira, dia 7. A discussão central envolveu o impacto da inteligência artificial, reunindo líderes dos maiores bancos americanos. A reunião foi convocada em cima da hora, contando com a presença do secretário Scott Bessent e do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.
O tema migrou dos laboratórios de tecnologia para o centro das preocupações regulatórias. O foco recaiu sobre o potencial destrutivo de um novo modelo de IA da Anthropic, chamado Claude Mythos. Este sistema ainda não está disponível ao público geral, sendo mantido sob acesso restrito pela empresa.
Segundo apurações da Bloomberg, o Claude Mythos é um sistema notável por sua capacidade de mapear e explorar vulnerabilidades em praticamente qualquer sistema operacional ou navegador relevante do mercado. Esse poder, nas mãos erradas, representa um risco considerável para a infraestrutura global.
A reunião visou tranquilizar o mercado, certificando que as instituições financeiras de maior peso global já estão reforçando suas defesas contra essa nova realidade tecnológica. Estiveram presentes executivos como Jane Fraser, do Citigroup; Ted Pick, do Morgan Stanley; Brian Moynihan, do Bank of America; Charlie Scharf, do Wells Fargo; e David Solomon, do Goldman Sachs.
Embora porta-vozes dos bancos e da Anthropic não tenham comentado o assunto à Bloomberg, o peso dessas instituições no sistema financeiro global justifica a alta preocupação. Qualquer crise envolvendo elas poderia gerar efeitos em cadeia na economia mundial.
Antes do encontro, surgiram sinais públicos de que o modelo era tratado internamente como algo fora do padrão. No final de março, informações sobre o Mythos da Anthropic foram expostas acidentalmente em um repositório público, devido a um erro humano na configuração do sistema de gerenciamento de conteúdo.
O material vazado descrevia o Mythos como superior ao Claude Opus 4.6, o atual modelo de ponta da companhia. Ele se destacava em programação, raciocínio acadêmico e cibersegurança, apontando até para uma nova geração de ferramentas de ataque digital.
A Anthropic selecionou um grupo restrito de parceiros, incluindo Amazon, Apple e JP Morgan, para ter acesso antecipado ao sistema, tudo integrado ao que a empresa chama de “Projeto Glasswing”. A companhia também confirmou ter mantido diálogo com autoridades americanas antes do lançamento restrito.
Esse diálogo foi fundamental para discutir o duplo potencial do modelo: ele pode servir tanto como ferramenta de defesa quanto como vetor de ataque, um aspecto que gerou grande atenção regulatória.
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