Google Shock: Ações de Games Caem Livre Após Projeto Genie!

A IA está mudando o jogo! 🚀 Ações de gigantes da indústria de games despencam após o Project Genie do Google. 😱 Investidores em pânico? Take-Two, Roblox e Unity sofrem fortes quedas! 📉 Descubra como a nova IA do Google pode revolucionar (ou destruir) o setor de games. 🎮 #IA #Games #Investimentos

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(Imagem de reprodução da internet).

Queda nas Ações de Empresas de Games Após Apresentação do Project Genie

As ações de diversas empresas líderes no setor de videogames sofreram fortes quedas na última sexta-feira, 30 de setembro, após a divulgação do Project Genie pelo Google. A ferramenta de inteligência artificial demonstra a capacidade de criar experiências interativas a partir de comandos de texto, gerando preocupação entre investidores sobre a possível competição com estúdios e motores gráficos tradicionais.

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A agência Reuters reportou que a reação negativa se iniciou na própria sexta-feira e continua impactando o mercado no início desta semana.

Detalhes da Queda e Reações Iniciais

Na manhã de segunda-feira, 2 de outubro, as ações continuaram sob pressão no pregão americano. No entanto, ainda não houve um novo fechamento que substitua os números registrados na sexta-feira. A Take-Two Interactive, controladora de franquias como Grand Theft Auto e NBA 2K, fechou a sexta cotada a US$ 220,30, com uma queda de 7,93%.

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A Roblox recuou 13,17%, para US$ 65,76, enquanto a Unity, dona de um dos motores gráficos mais utilizados na indústria, despencou 24,22%, encerrando o dia a US$ 29,10.

O Project Genie e Seus Fundamentos

O Project Genie foi apresentado pelo Google como uma demonstração do potencial de modelos de IA para criar “mundos jogáveis” em tempo real, a partir de descrições em texto. A tecnologia é baseada no Genie 3, um world model, modelo de mundo, desenvolvido pelo Google DeepMind, braço de pesquisa em inteligência artificial da companhia.

O Google DeepMind afirma que o Genie 3 foi “treinado principalmente com dados disponíveis publicamente na web”. Um white paper, artigo técnico, sobre a primeira versão do Genie indica que o modelo foi treinado com mais de 200 mil horas de vídeos de jogos disponíveis publicamente na internet.

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Resistência e Preocupações da Indústria

A adoção de ferramentas generativas no setor de jogos já enfrenta resistência de artistas e desenvolvedores. As críticas se concentram principalmente no uso de obras protegidas por direitos autorais no treinamento dos modelos e no impacto ambiental associado ao alto consumo de energia e água dessas tecnologias.

Diego Rivas, pesquisador do Google DeepMind, afirmou ao site The Verge que o Genie 3 foi “treinado principalmente com dados disponíveis publicamente na web”. A indústria expressa preocupação com a dependência de trabalhos já existentes para criar novos conteúdos, um ponto sensível em um setor historicamente baseado em propriedade intelectual.

Limitações e Perspectivas Futuras

A versão apresentada nesta semana do Project Genie ainda possui limitações relevantes. As experiências interativas geradas duram até 60 segundos, não contam com trilha sonora, objetivos claros ou sistema de pontuação, e podem apresentar falhas visuais, como cenários que mudam abruptamente.

Também não é possível exportar o conteúdo para motores tradicionais, como a Unity ou a Unreal Engine, motor gráfico da Epic Games. Apesar dessas limitações, o anúncio ocorre em um momento sensível para o setor de games, que enfrenta sucessivas ondas de demissões globais.

Desenvolvedores veem a ferramenta como um possível substituto, ou até um atalho, para etapas iniciais do trabalho criativo, como prototipagem e concepção de ideias.

Reações de Líderes da Indústria

Executivos de grandes empresas de tecnologia têm reforçado essa leitura. Elon Musk, CEO da xAI, afirmou que pretende lançar “jogos e experiências em tempo real, personalizados para cada indivíduu” já no próximo ano. Tim Sweeney, CEO da Epic Games, disse que haverá uma disputa contínua entre IA integrada a motores gráficos e modelos de mundo independentes “até que se unam para obter o máximo efeito”.

Já Mark Zuckerberg, CEO da Meta, afirmou em teleconferência de resultados que a IA tornará os jogos “mais imersivos e interativos”. A declaração veio poucas semanas após a empresa encerrar estúdios e projetos de jogos em realidade virtual, movimento que gerou críticas internas e externas.

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