Governo muda regras tributárias e impacta R$ 800 bilhões! 🚀 Empresas do Lucro Presumido correm risco com nova legislação em 2026. Descubra como a mudança afeta seu caixa e a competitividade do seu negócio. #tributacao #economia #brasil
A legislação tributária brasileira está passando por uma transformação significativa, com o governo federal buscando ajustar o cenário fiscal a partir de 2026. Inicialmente, cerca de R$ 800 bilhões em incentivos fiscais são concedidos anualmente às empresas no país.
No entanto, uma parte considerável desses recursos será revertida para o caixa do governo, visando alcançar um superávit primário de R$ 34,3 bilhões, o que representa 0,25% do Produto Interno Bruto.
A principal mudança afetará as aproximadamente 1,5 milhão de empresas que operam sob o regime do Lucro Presumido. Diante da elevação da carga tributária, imposta pela nova legislação, há uma tendência de migração para o regime do Lucro Real, atualmente adotado por pouco mais de 230 mil empresas.
Essa transição altera diretamente o planejamento, a conformidade e a gestão tributária das empresas.
A nova legislação amplia a base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A presunção, que antes era de 32%, agora é de 35,2%, elevando a alíquota combinada de 10,88% para 11,97%.
Essa mudança representa um aumento real de cerca de 10% na carga tributária, mesmo sem um crescimento no faturamento das empresas.
Para empresas que operam no regime do Lucro Presumido e que possuem faturamento próximo de R$ 6 milhões por ano, a mudança pode resultar em um acréscimo de aproximadamente R$ 600 mil em impostos ao longo do ano. Análises da ROIT indicam que, com a nova base de cálculo, o regime do Lucro Presumido perde competitividade em relação ao Lucro Real, especialmente para empresas com margens de lucro mais estreitas ou que possuem um alto volume de custos dedutíveis.
A partir de 2027, as empresas que operam no regime do Lucro Presumido passarão a recolher a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) com a alíquota completa, substituindo o PIS e a Cofins, que atualmente são cobrados com uma alíquota combinada de 3,65%.
Essa mudança representa um novo fator a ser considerado no planejamento tributário das empresas.
Estimativas da ROIT apontam que, com a nova legislação, a migração para o Lucro Real deverá se intensificar em 2026, com uma projeção de que pelo menos 100 mil empresas realizarão a transição.
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