Governo Lula: Medidas para combater a alta carga tributária imposta pela política do ex-presidente Trump

O Brasil se prepara para um aumento considerável nas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, com a implementação prevista para 1º de agosto de 2025.

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(Imagem de reprodução da internet).

O Brasil se aproxima de um aumento considerável nas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, que entrarão em vigor em 1º de agosto de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como desafio salvaguardar a economia brasileira, sem atender às pressões políticas de Donald Trump.

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Em seguida, analisamos as estratégias que o governo brasileiro pode implementar para enfrentar essa situação.

Reforço dos laços com o BRICS e outros grupos de países.

Em resposta à abordagem protecionista dos Estados Unidos, o Brasil tem procurado consolidar suas relações com nações do BRICS, incluindo China, Rússia e Índia. Tais parcerias podem proporcionar alternativas comerciais e respaldo político em fóruns internacionais.

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Ademais, o país se dedica à ratificação do acordo Mercosul-União Europeia, buscando diversificar seus parceiros comerciais e diminuir a dependência do mercado norte-americano.

Utilização estratégica de recursos naturais como meio de troca.

O Brasil detém reservas consideráveis de minerais críticos, incluindo nióbio e terras raras, que são fundamentais para tecnologias de ponta.

Apesar do governo ter mostrado disposição para negociar esses recursos, ainda existe uma posição firme em relação à soberania nacional, impedindo que tais negociações sejam utilizadas como instrumento em disputas políticas.

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Restrições às políticas econômicas internas

O governo brasileiro está elaborando um plano de emergência para reduzir os efeitos das tarifas, com a inclusão da formação de linhas de crédito para empresas impactadas.

Ademais, há debates sobre a aplicação de medidas que assegurem a proteção de setores estratégicos da economia, como o agronegócio e a indústria aeronáutica.

Mobilização diplomática e jurídica

O Brasil acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, alegando que se tratam de medidas isoladas e danosas ao comércio internacional.

Ademais, o país está avaliando a aplicação da Lei de Reciprocidade Comercial, que possibilita a imposição de tarifas equivalentes às dos Estados Unidos em produtos americanos.

Busca por diálogo direto com os Estados Unidos.

Apesar dos obstáculos nas negociações, o governo brasileiro mantém canais abertos para o diálogo com os Estados Unidos. Há discussões sobre a viabilidade de um contato direto entre os presidentes Lula e Trump, buscando uma solução negociada para o impasse tarifário.

Fonte por: FDR

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