Greve histórica na Argentina paralisa o setor aéreo! ✈️ Javier Milei enfrenta crise com cancelamentos em massa de voos de Aerolíneas Argentinas e GOL. Saiba mais!
A quarta greve geral convocada pelo governo do presidente argentino Javier Milei, um líder com políticas ultraliberais, está causando um impacto significativo nesta quinta-feira (19). A paralisação, liderada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), está afetando o transporte na Argentina e gerando consequências no Brasil, principalmente no setor aéreo.
A Aerolíneas Argentinas enfrentou um cenário crítico, cancelando 255 voos em sua malha aérea. A medida afetou mais de 31 mil passageiros, resultando em um prejuízo estimado de US$ 3 milhões. Os cancelamentos se dividiram em 219 voos domésticos, impactando cerca de 25 mil passageiros, 32 voos regionais, afetando aproximadamente 5 mil passageiros, e quatro voos internacionais, atingindo cerca de mil viajantes.
A companhia aérea também anunciou a aplicação de descontos salariais para funcionários que aderirem à greve, referentes à jornada não trabalhada.
O Grupo LATAM Airlines Group ajustou sua operação para e da Argentina devido à greve e à adesão dos sindicatos da Intercargo, responsável pelos serviços de rampa nos aeroportos argentinos. A companhia informou que alguns voos podem operar com alterações de horário e/ou data, sem serem cancelados.
Passageiros afetados têm a opção de remarcar a viagem sem custo, dentro de um ano da data original, ou solicitar reembolso integral. A GOL Linhas Aéreas cancelou voos programados para esta quinta-feira, em razão da paralisação que inviabiliza as operações aeroportuárias em Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário.
Clientes impactados estão sendo notificados por e-mail e podem remarcar a viagem sem custo ou solicitar reembolso em créditos no site da empresa.
A Azul Linhas Aéreas não opera voos regulares para a Argentina atualmente, mantendo apenas voos sazonais entre julho e agosto para Bariloche e Mendoza. A companhia está acompanhando a situação e comunicando aos clientes sobre eventuais alterações.
O GRU Airport, que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, registrou 14 voos cancelados em decorrência da greve. O RIOgaleão informou o cancelamento de 16 voos de chegada e 15 de partida com origem ou destino na Argentina. O Aeroporto de Congonhas, por não operar voos internacionais, não sofreu impactos diretos da greve.
A greve geral ocorre em um momento delicado para a Argentina, com o governo de Javier Milei enfrentando a quarta paralisação desde o início de seu mandato. A Câmara dos Deputados discutirá nesta quinta-feira (19) uma reforma trabalhista impulsionada pelo presidente, já aprovada pelo Senado na semana anterior.
A CGT considera as mudanças propostas como “regressivas”, e a paralisação ocorre em um contexto de dificuldades econômicas, com queda na atividade industrial, o fechamento de mais de 21 mil empresas nos últimos dois anos e a perda de cerca de 300 mil postos de trabalho, segundo dados sindicais.
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