Greve Ferroviária na Espanha: Pânico e Atrasos em Madri Causados pela Paralisação!

Greve Ferroviária: Caos na Espanha! Maquinistas paralisam sistema em protesto por infraestrutura precária. Passageiros sofrem em Madri e arredores. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Greve Ferroviária de Três Dias Começa em Protesto Contra Infraestrutura Deficiente

A partir desta segunda-feira, 9, a Espanha entrará em uma greve ferroviária de três dias, convocada por maquinistas em forte protesto contra o estado precário da infraestrutura ferroviária e a falta de investimento no sistema. A paralisação, que se estenderá até quarta-feira, tem como objetivo chamar a atenção para os problemas crônicos que afetam a segurança e a eficiência do transporte ferroviário no país.

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Segundo os sindicatos ferroviários, as falhas na manutenção da infraestrutura e a escassez de recursos financeiros são a raiz dos problemas. Os trabalhadores argumentam que os incidentes recentes são o resultado de anos de negligência e decisões que priorizaram cortes de orçamento em detrimento da segurança e da qualidade do serviço.

Para minimizar os impactos da greve, as autoridades determinaram a manutenção de serviços mínimos. Durante os horários de pico, cerca de 75% dos trens de curta distância devem operar, enquanto fora desses períodos, a proporção cai para 50%. No entanto, mesmo com essa medida, a estação de Atocha, em Madri, enfrentou dificuldades logo nas primeiras horas da manhã.

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Entre 7h e 8h, passageiros relataram atrasos significativos, superlotação e uma falta de comunicação clara sobre os horários das viagens. As plataformas ficaram tão lotadas que o acesso foi controlado, dificultando a movimentação dos passageiros que buscavam chegar aos subúrbios ou ao centro da capital para trabalhar.

Em meio ao caos, representantes do sindicato distribuíram panfletos, buscando sensibilizar os usuários e pedir compreensão e apoio à causa dos trabalhadores.

As opiniões dos passageiros foram diversas. Mari Carmen González, de 58 anos, que tentava viajar de Madri para Aranjuez, expressou sua frustração ao não conseguir embarcar, criticando o cumprimento dos serviços mínimos. Por outro lado, Victoria Bulgier, professora americana que precisava ir para Getafe, demonstrou compreensão pelos motivos da paralisação, ressaltando que os trabalhadores não deveriam ser forçados a operar em condições que coloquem suas vidas em risco.

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