Haddad Urge Voto no CMN e Revela Crise no Banco Master!

Haddad expõe crise no Banco Master e pede apoio no CMN! Ministro detalha interrupção do crescimento e pressão por voto no Conselho Monetário Nacional. Urgente!

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(Imagem de reprodução da internet).

Haddad Aponta Interrupção do Crescimento do Master e Pedido de Votos no CMN

Em evento na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, detalhou o que considera o ponto de inflexão no crescimento do Banco Master. Durante a participação na CEO Conference Brasil 2026, organizada pelo BTG Pactual, Haddad afirmou que o ritmo acelerado do banco foi interrompido com a chegada de Gabriel Galípolo à presidência do Banco Central.

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“O fato concreto é que o Banco Master, até 2024, teve um crescimento exponencial, que foi estancado assim que o Galípolo tomou posse. Porque se deparou com uma situação muito preocupante, em relação ao que se verificava ali sobre isso”, explicou o ministro, ressaltando a preocupação inicial com os indicadores financeiros.

Haddad também aproveitou a oportunidade para destacar o papel da Receita Federal, mencionando que o órgão foi responsável por identificar irregularidades envolvendo a Reag Investimentos e o Banco Master. Ele enfatizou que a Receita Federal desempenhou um papel crucial na exposição da situação.

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O ministro revelou que Galípolo o contatou diversas vezes, solicitando apoio no Conselho Monetário Nacional (CMN) para aprovar alterações no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). “Ao longo desses últimos meses, o Galípolo me ligou algumas vezes pedindo voto da Fazenda e do Planejamento para determinados atos que tinham que ser validados pelo CMN em relação ao FGC”, declarou Haddad, detalhando o processo de negociação.

Haddad concluiu, expressando a necessidade de uma reforma mais abrangente do FGC. “Uma reforma mais estrutural está sendo discutida, porque efetivamente ninguém quer passar por esse aperto outra vez. Ou seja, a legislação não se mostrou suficientemente robusta para evitar uma operação como essa que colocou muita coisa em risco”, afirmou, indicando a urgência de fortalecer os mecanismos de proteção ao crédito.

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