Estudo da Harvard aponta que “conectar pessoas ao propósito” ultrapassou “entregar resultados” como liderança.
Durante a pandemia, líderes enfrentaram a necessidade de tomar decisões sob incerteza, adaptar rotinas e lidar com o impacto do medo e do esgotamento em suas equipes. O que inicialmente parecia um desafio temporário, acabou impulsionando uma mudança estrutural significativa.
Cinco anos após esse período, o papel da liderança continua em processo de reconstrução. Estudos recentes evidenciam uma nova dinâmica no cenário da gestão.
De acordo com o Global Leadership Development Study 2024, da Harvard Business Publishing, a principal competência valorizada pelos executivos é “conectar pessoas ao propósito organizacional”, com 50% das respostas. Essa prioridade supera habilidades técnicas e de gestão, refletindo uma mudança na forma como líderes são percebidos.
Outras capacidades em destaque incluem inteligência emocional e social (48%) e gestão de conflitos (44%). O relatório de Harvard resume essa transformação: “O líder deixou de ser um executor que entrega sozinho para se tornar um orquestrador de talentos”.
O conceito de “propósito” tem sido amplamente utilizado, mas nas empresas, ele está ganhando um novo significado. Não se trata mais de frases de efeito, mas de construir um alinhamento real entre o que a organização faz e o que as pessoas acreditam.
Líderes que conseguem articular esse propósito de forma prática, conectando metas a valores e resultados a impacto, são os que mais engajam e retêm seus times, conforme demonstrado pelo estudo da Harvard.
Na pesquisa Panorama de Liderança 2025, realizada pela Amcham Brasil em parceria com a consultoria Humanizadas, 58% dos executivos brasileiros apontam o crescimento e o desenvolvimento de carreira como principal fator de engajamento. Além disso, 55% valorizam líderes inspiradores, superando a importância de remuneração ou benefícios.
Esses dados revelam que profissionais buscam ser liderados por aqueles que os ajudam a evoluir, em vez de apenas avaliar seu desempenho.
Harvard alerta que as empresas correm o risco de formar líderes “desconectados”, com boas habilidades técnicas, mas incapazes de traduzir cultura e propósito no dia a dia. A solução reside em programas de formação contínuos e personalizados, que promovam reflexão, feedback e prática.
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