Heineken Reage com Queda de Ações Após Saída de CEO
O mercado não demonstrou grande confiança após o anúncio da saída de Dolf van den Brink como CEO da Heineken. As ações da cervejaria holandesa apresentaram uma queda de 4,1% no pregão desta segunda-feira, acentuando uma desvalorização acumulada nos últimos seis meses, que totaliza 11%.
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A notícia gerou preocupação entre os investidores.
Dolf van den Brink renunciou ao cargo nesta segunda-feira, após seis anos à frente da empresa. A decisão ocorreu poucos meses após ele ter implementado uma nova estratégia para a Heineken, em um cenário desafiador para o setor cervejeiro, que enfrenta dificuldades para impulsionar o consumo.
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A situação complexa exige novas abordagens e lideranças.
Van den Brink assumiu a liderança da segunda maior fabricante de cerveja do mundo em junho de 2020, um período marcado pelo início da pandemia de COVID-19. Durante seu mandato, a empresa enfrentou desafios significativos, incluindo alta inflação de custos e uma queda nas vendas, o que impactou diretamente as margens de lucro e o desempenho das ações.
A instabilidade econômica global contribuiu para essa situação.
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Ao anunciar sua saída inesperada, o conselho de administração da Heineken informou que iniciará a busca por um novo CEO. Além disso, Dolf van den Brink concordou em permanecer como consultor da empresa por oito meses, a partir de junho. A decisão foi tomada em conjunto com Peter Wennink, presidente do conselho de supervisão, que ambos avaliaram que “este é o momento certo para a Heineken nomear uma nova liderança”, buscando uma nova direção para a empresa.
