Hellmann’s revoluciona o setor! Saiba como biodigestor e IA transformam resíduos em energia limpa em Pouso Alegre. Descubra o futuro da sustentabilidade!
A Hellmann’s, parte da Unilever, está liderando uma transformação na maneira como o setor alimentício lida com seus resíduos. A fábrica em Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais, que é responsável por toda a maionese da marca vendida no Brasil, implementou um biodigestor avançado.
Este equipamento inovador tem a capacidade de transformar as sobras do processo produtivo em uma fonte de energia limpa. A solução combina biotecnologia de ponta com o uso de inteligência artificial para otimizar o consumo de recursos.
O sistema conta com uma IA chamada Cerebra, que atua como um “gêmeo digital” da máquina. Ela monitora em tempo real variáveis cruciais, como temperatura, pressão e a composição do gás gerado.
A função da IA é antecipar qualquer instabilidade no processo, permitindo ajustes automáticos antes que desvios possam comprometer a geração de energia. Esse controle rigoroso garante um funcionamento contínuo e seguro.
O resultado desse investimento é notável para a grande empresa de alimentos. O biodigestor impede a emissão de uma quantidade significativa de CO2, estimada entre 350 e 400 toneladas anualmente.
Além disso, o biogás produzido é utilizado para aquecer o próprio processo fabril, o que elimina a necessidade de depender de combustíveis fósseis nessa etapa operacional. Este projeto é pioneiro nas Américas para este tipo de material em escala industrial.
Rodrigo Cano, responsável técnico pelo biodigestor, ressalta que a tecnologia permite prever problemas e aumentar a eficiência com maior segurança operacional. Para Edmundo Mollo, diretor da unidade, o ganho vai além do meio ambiente.
“Transformamos um resíduo complexo em uma fonte de energia limpa, com impacto direto na redução de emissões e na eficiência da fábrica”, afirmou Mollo, destacando o valor estratégico da iniciativa.
A iniciativa faz parte de uma estratégia de quatro fases que começou em 2012, incluindo o uso de biomassa e compostagem interna. A etapa final, prevista para 2026, visa aumentar ainda mais a autossuficiência energética da planta.
O compromisso da Unilever com a sustentabilidade é claro: a meta é utilizar 100% de energia renovável na fabricação de seus produtos até 2030. Em 2025, a empresa deu mais um passo nesse caminho com o fornecimento de Ultragaz, avançando na descarbonização das operações no país.
Embora seja um composto orgânico, a maionese possui características que a tornam um desafio ambiental. Sua composição, rica em óleos e graxas, confere alta estabilidade química, o que é ótimo para a prateleira, mas complicado para o descarte.
Cano explica que o grande desafio técnico foi justamente quebrar essa estabilidade, pois o produto foi formulado para não se degradar facilmente, gerando um passivo ambiental relevante em escala industrial.
O caso da Hellmann’s demonstra como a aplicação de biotecnologia e IA pode resolver problemas ambientais complexos na indústria. Ao tratar o resíduo como matéria-prima, a empresa não só reduz emissões, mas também fortalece sua posição de mercado.
Este movimento reflete uma tendência crescente no setor, onde a economia circular e a inovação tecnológica são cruciais para a sustentabilidade industrial.
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