Hinge inova e desafia o mundo dos apps de relacionamento! 🚀 O app, da Match Group (Tinder), quer te ajudar a deletar a conta e focar em conexões reais. Descubra a estratégia ousada da CEO Jackie Jantos para o Brasil! #Hinge #Relacionamento #Inovação
Durante anos, encontrar um parceiro parecia uma tarefa simples no mundo dos aplicativos de namoro: bastava passar os dedos entre os diversos perfis, uma conversa rápida no Tinder ou Bumble e um encontro era marcado para o fim de semana. Os aplicativos de relacionamento se tornaram parte da engrenagem social de uma geração inteira e ajudaram a formar milhões de casais ao redor do mundo.
Mas essa lógica começa a dar sinais claros de esgotamento, sobretudo entre os mais jovens, cada vez menos interessados no consumo infinito de perfis e em interações superficiais. É nesse cenário de retração do setor que o Hinge, aplicativo da norte-americana Match Group — dona também do Tinder — tenta engatar uma nova fórmula de sucesso.
A plataforma acaba de anunciar sua expansão para o Brasil com uma proposta que soa quase paradoxal para o Vale do Silício: ajudar as pessoas a sair do app o mais rápido possível. O slogan resume a ambição: designed to be deleted, ou “projetado para ser deletado”.
Para Jackie Jantos, CEO do Hinge, é justamente essa inversão que pode recolocar o namoro online nos trilhos. “Enquanto mantivermos o foco nas necessidades reais dos nossos usuários, continuaremos a crescer na casa dos dois dígitos”, disse a executiva à EXAME, durante passagem por São Paulo para o lançamento da plataforma no país.
Enquanto o mercado se concentra em aumentar o número de matches, o Hinge busca incentivar escolhas mais criteriosas, reduzir o número de conexões simultâneas e recolocar a conversa, e não o volume de matches, no centro da experiência. A empresa acredita que a autenticidade e o tempo de qualidade são mais importantes do que a quantidade de opções.
A plataforma se destaca por sua abordagem focada em conversas significativas e em promover encontros reais.
O Brasil, segundo Jackie, não é apenas mais um mercado, trata-se de um teste decisivo. Para a executiva, a perda de usuários enfrentada por grandes aplicativos de relacionamento não é um tropeço pontual, mas um problema estrutural. A categoria, diz ela, parou no tempo e deixou de acompanhar as transformações culturais, emocionais e comportamentais da Geração Z. “A crise vem do fato de que esses apps não evoluíram para atender aos diferentes tipos de relacionamento e às necessidades em constante mudança dos jovens.
Houve uma negligência com a experiência do produto”, avalia.
O Hinge é o primeiro aplicativo de relacionamento a implantar esse tipo de questionário, hoje adotado por outras plataformas do setor. “A ideia é estimular diálogos reais, respeito mútuo e encerramentos claros quando não há interesse. O aplicativo também acompanha o resultado dos encontros, com pesquisas pós-date, para aprender continuamente com a experiência dos usuários”.
O Brasil entrou no radar do Hinge há mais de seis meses. Desde então, a empresa vem estudando o mercado local antes de avançar com o lançamento. O foco, segundo Jackie Jantos, tem sido entender as particularidades do comportamento da Geração Z do Brasil. “Sabemos que os jovens passam menos tempo pessoalmente com outras pessoas do que qualquer geração anterior, e isso afeta como se sentem em relação a encontros”, disse.
Ao mesmo tempo, ela destaca características culturais específicas do país, como maior fluidez nos relacionamentos, valorização da conversa “olho no olho”, forte presença da comunidade LGBTQ+ e um ambiente criativo que influencia a forma de se conectar.
Apesar disso, o Brasil enfrenta problemas relacionados à segurança pública, principalmente violência de gênero. Nos últimos anos, foram relatados diversos casos de golpes e outros crimes envolvendo encontros marcados por apps de relacionamento. O aplicativo oferece funcionalidades específicas para prevenir experiências negativas, incluindo a “Verificação de Selfie”, que confirma a identidade do perfil; lembretes voltados a incentivar comportamentos respeitosos; e o Filtro de comentários, que bloqueia mensagens inadequadas.
De olho neste cenário, a CEO do , que desenvolveu novos mecanismos para inibir assédios e outras hostilidades dentro da plataforma.
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