Caso Chocante: Homem Acusado de Envenenar Cadela em 2025
Um vídeo polêmico veio à tona, mostrando o momento em que um homem, identificado como Júlio Cezar Almeida Ramos, de 52 anos, teria envenenado uma cadela da raça pastor-alemã, chamada Safira, em dezembro de 2025. O incidente, que gerou indignação, ocorreu na vizinhança e está sendo investigado pela Polícia Civil.
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De acordo com o depoimento prestado a autoridades, Ramos alegou que sua intenção não era matar o animal, mas sim “fazer com que ela parasse de latir”. A cadela, após ingerir a substância, passou mal e foi levada para internação, mas, felizmente, sobreviveu ao atentado.
O vídeo registra o momento em que Ramos se aproxima da casa da tutora, ultrapassa o portão e, em seguida, retorna para jogar o veneno, conhecido popularmente como “chumbinho”, em frente à residência da tutora.
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Após o ato, ele rapidamente se dirigiu à sua própria casa. Ramos admitiu ter ficado arrependido e tentado retornar para retirar o veneno, mas temeu que a cadela o mordesse. A investigação está sendo conduzida pelo 13º Distrito Policial (Casa Verde), que identificou o suspeito com base em imagens de câmeras de segurança da rua.
Investigação e Repercussões Legais
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou que o suspeito já prestou depoimento e que as diligências estão em andamento para sua responsabilização pelo crime de maus-tratos a animais. O crime é previsto pela Lei de Crimes Ambientais, com pena que pode variar de 3 meses a mais de 5 anos de prisão, além de multa e proibição da guarda de animais.
O advogado da tutora do animal, Letícia, Paulo Henrique Silva Santos, informou que está preparando uma ação indenizatória em nome de sua cliente, buscando reparação financeira pelos danos causados pelo suspeito. O inquérito policial deve ser encaminhado ao Ministério Público na próxima semana, o que poderá trazer novos desdobramentos no caso.
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Próximos Passos
A investigação continua em andamento, com a expectativa de que novas evidências sejam encontradas para fortalecer o caso. A comunidade local acompanha de perto o desenrolar dos acontecimentos, demonstrando preocupação e indignação com o ato praticado por Júlio Cezar Almeida Ramos.
