Inteligência artificial impulsiona mercado de prevenção de fraudes! Estimativas projetam salto de US$ 43,4B em 2025 para US$ 217,8B em 2035. Deepfakes e robôs autônomos ameaçam a segurança. Novas defesas: biometria e análise comportamental. Autenticação adaptativa e IA antifraude se tornam cruciais. Segurança digital enfrenta desafios em 2026!
O mercado global de prevenção de fraudes está passando por uma transformação significativa, impulsionada pela rápida expansão da tecnologia de inteligência artificial. Estimativas apontam para um salto impressionante no valor desse mercado, projetando-o de US$ 43,4 bilhões em 2025 para US$ 217,8 bilhões em 2035.
Esse crescimento exponencial reflete a necessidade de aumentar as defesas contra fraudes cada vez mais sofisticadas.
A ascensão da inteligência artificial generativa está criando novas e complexas ameaças. Criminosos agora podem utilizar deepfakes – vídeos e áudios falsos – para imitar vozes de executivos, clientes ou familiares, facilitando golpes em aprovações de transações e negociações por telefone.
A utilização de robôs autônomos, capazes de conduzir conversas completas, também aumenta o risco de ataques de engenharia social, tornando a distinção entre humanos e agentes automatizados cada vez mais difícil.
Para combater essas ameaças, novas tecnologias de defesa estão surgindo. A biometria passiva, que analisa microgestos e padrões comportamentais, e a análise comportamental, que identifica inconsistências sonoras, estão sendo utilizadas para detectar manipulação em tempo real.
Essas abordagens complementam a inteligência artificial, criando uma camada de proteção mais robusta.
A discussão sobre fraudes não se limita mais a sistemas transacionais. A confiança digital se tornou um ponto de ataque crítico. Interações que parecem reais podem ser geradas por IA, dificultando a verificação de autenticidade por empresas e usuários.
A autenticação adaptativa, que avalia continuamente o risco de uma transação, está se tornando essencial para garantir a segurança.
No mercado de criptomoedas, onde transações são irreversíveis e identidades podem ser anônimas, as fraudes se amplificam com o uso de deepfakes e clones de voz. Para mitigar esse risco, a combinação de inteligência artificial defensiva com análise comportamental e biometria passiva está se tornando padrão no setor, visando melhorar a rastreabilidade e reduzir a exposição ao risco.
A Nethone reforça a importância de soluções baseadas em IA defensiva e autenticação contínua como infraestrutura de segurança para 2026. A segurança digital depende de mecanismos capazes de detectar fraudes em tempo real, exigindo colaboração entre plataformas, uso de inteligência antifraude setorial e monitoramento constante de comportamento para reduzir ataques em ambientes digitais.
O tema fraudes continua sendo um dos principais desafios para organizações que lidam com identidades digitais, pagamentos, criptomoedas e serviços online.
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