Inflação em 2026: IBGE revisa projeções! A inflação oficial do Brasil pode subir até 4,41% em 2026, com o CMN atento. Saiba mais!
As primeiras projeções de inflação para 2026 apresentaram um cenário de relativa estabilidade, com três das quatro metas estabelecidas pelo mercado financeiro mantendo-se consistentes. A única variação notável ocorreu na expectativa de inflação anual, que oscilou entre 4,05% e 4,06%, conforme divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação oficial do país é definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A pequena alteração de 0,01 ponto percentual representa um fim a uma sequência de oito semanas consecutivas de reduções nas estimativas. Há quatro semanas, o mercado financeiro previa uma inflação de 4,16% ao final de 2026. Para os anos subsequentes, as projeções de inflação permanecem estáveis: 3,80% para 2027 e 3,50% para 2028.
A meta de inflação definida pelo CMN é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso significa que o limite inferior da meta é 1,5% e o superior, 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro indicou um aumento de 0,25%, elevando o acumulado de 12 meses para 4,41%, dentro do limite estabelecido pelo governo.
Este resultado marca o segundo mês consecutivo com inflação acumulada dentro da margem de tolerância. Em novembro, o IPCA-15 havia diminuído para 4,5%, após ter ultrapassado o limite desde janeiro. O pico máximo registrado foi de 5,49% em abril.
Além das projeções inflacionárias, o mercado financeiro também apontou estabilidade para o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa básica de juros (Selic) e o câmbio. As projeções para o PIB indicam um crescimento de 1,8% em 2026 e 2027, com uma estimativa de 2% para 2028.
Quanto ao câmbio, o mercado financeiro projeta que o dólar fechará 2026 com uma cotação de R$ 5,50, mantendo-se estável há 12 semanas. Para 2027 e 2028, as cotações projetadas para a moeda americana são de R$ 5,50 e R$ 5,52, respectivamente.
A Selic, que fechou 2025 a 15%, deve cair para 12,25% em 2026, 10,50% em 2027 e 9,75% em 2028. A taxa básica de juros atingiu o maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após subir para 10,5% em maio de 2024, a Selic foi mantida nesse patamar.
Quando o Copom, o Comitê de Política Monetária, eleva a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida. Isso se reflete nos preços, pois juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, reduzindo o controle sobre a inflação e incentivando a atividade econômica.
Os bancos também consideram outros fatores, como o risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas, ao definir as taxas de juros.
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