Ibmec redefine a liderança em 2026! Paula Esteban destaca a busca por impacto e escolhas conscientes nas novas gerações. Descubra o modelo inovador que prepara profissionais para o mercado impulsionado pela IA
A forma como entendemos a liderança mudou significativamente. Em 2026, o conceito deixou de ser definido apenas por cargos e organogramas. O mercado, impulsionado pela inteligência artificial, pela transformação tecnológica e pelas novas expectativas das gerações mais jovens, exige uma capacidade de influenciar, tomar decisões em ambientes complexos e gerar impacto a partir de diferentes posições.
Paula Esteban, diretora de Ensino do Ibmec, ressalta essa mudança, observando que as novas gerações buscam mais do que apenas um cargo, mas sim a possibilidade de construir seu próprio lugar e fazer escolhas conscientes, entendendo como podem gerar impacto com seus talentos.
Essa nova visão se alinha a um cenário onde a tecnologia e a inteligência artificial influenciam praticamente todas as funções, desde o mercado financeiro até o direito, passando pela gestão e a indústria criativa. Para a executiva do Ibmec, a liderança exige tanto habilidades técnicas quanto competências humanas.
A tecnologia redefine a forma de pensar soluções, mas a capacidade de mobilizar pessoas, engajá-las e dar sentido às decisões continua sendo fundamental.
No Ibmec, a resposta a esse cenário parte do pressuposto de que a liderança pode se manifestar de diversas formas: no empreendedorismo, na carreira corporativa, no mercado financeiro, na pesquisa acadêmica ou em projetos de impacto social. A instituição, com 55 anos de tradição, estrutura a formação para acomodar essas possibilidades ao longo da jornada educacional, desde a graduação até a pós-graduação.
Um dos pilares do modelo é o desenvolvimento de competências socioemocionais, consideradas essenciais para o mercado contemporâneo.
A instituição mapeou quatro competências centrais: adaptabilidade, empatia, visão e centralidade, que são trabalhadas de forma estruturada desde o processo seletivo até o fim da formação. Isso inclui disciplinas obrigatórias, metodologias ativas, estudos de caso e avaliações entre pares, visando formar profissionais capazes de tomar decisões em ambientes de incerteza, compreender contextos complexos e comunicar-se com clareza.
Em 2025, o Ibmec registrou uma taxa de empregabilidade de cerca de 90%, conforme dados de pesquisa com ex-alunos até 180 dias após a formatura. Além disso, 68% dos graduados atuam diretamente em suas áreas de formação, e 44% relataram ter conseguido oportunidades profissionais através do networking.
O modelo de formação do Ibmec busca preparar profissionais para um mercado em constante transformação, onde a capacidade de aprender, decidir e gerar impacto se torna o principal diferencial.
Ao combinar tecnologia, competências humanas e escolhas personalizadas, o Ibmec se posiciona como uma instituição que responde aos desafios de um mercado impulsionado pela inteligência artificial. A aposta da instituição é formar profissionais que não apenas acompanhem as transformações, mas que se tornem protagonistas delas, moldando o futuro com inovação e visão.
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