Ibovespa dispara com crise no Oriente Médio! Trump mira petróleo do Irã e dólar sobe. Acompanhe a reação do mercado!
O Ibovespa apresentou ganhos modestos na manhã desta segunda-feira, 30, em um cenário marcado pela crescente incerteza geopolítica no Oriente Médio, especialmente devido à escalada do conflito no Irã. Enquanto isso, o dólar americano também registrou alta, refletindo a aversão ao risco dos investidores.
Às 14h21, o principal índice da B3, o Ibovespa, avançava 0,66%, situando-se em 182.758 pontos. O movimento positivo foi impulsionado, em parte, pelo aumento dos preços do petróleo no mercado internacional, que impactam diretamente empresas do setor.
Destacam-se os ganhos da Brava Energia (BRAV3), PetroRecôncavo (RECV3) e Weg (WEGE3), que subiram mais de 3%.
Entre as blue chips, as ações ordinárias da Petrobras (PETR3) lideravam as altas, com um avanço de 2,08%. A mineradora anunciou a extensão da vida útil do complexo minerário de Itabira até 2053, um fator que contribui para a confiança dos investidores.
Antonio Patrus, diretor da Bossa Invest, observou que esse tipo de alta, concentrada em empresas de maior peso, reflete um fluxo mais tático do que estrutural, influenciado pelo cenário externo favorável e pela acomodação das commodities.
Bruno Benassi, analista de ativos da Monte Bravo, ressaltou que, apesar do cenário positivo, o mercado ainda se mostra seletivo, priorizando startups com modelos sólidos e capacidade de escalabilidade. Ele alertou que o nível elevado do petróleo já acende um alerta para a atividade econômica global, com a possibilidade de um cenário mais recessivo nos Estados Unidos.
A guerra no Irã, que já completa 31 dias, continua sendo o principal fator de atenção dos investidores. O conflito se intensificou após o ataque israelense a Teerã, em resposta a mísseis lançados a partir do Iêmen. Trump afirmou que pretende “ficar com o petróleo do Irã” e mencionou a possibilidade de tomar a ilha de Kharg, um terminal de exportação crucial.
As negociações indiretas entre Irã e Paquistão, mediadas por representantes paquistaneses, enfrentam novos atrasos, com o prazo para um acordo adiado até 6 de abril. Apesar do tom mais duro de Trump, as negociações seguem em andamento. O Irã, por sua vez, autorizou a passagem de 20 petroleiros como sinal de progresso nas negociações.
Os Estados Unidos intensificam sua presença militar na região, com o envio de cerca de 10 mil soldados, incluindo fuzileiros navais e tropas da 82ª Divisão Aerotransportada. Essa medida reflete a preocupação com a escalada do conflito e o impacto no fornecimento de petróleo.
As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta segunda-feira em um cenário de cautela, impulsionado pela guerra no Oriente Médio e pelos altos preços do petróleo. No Japão, o índice Nikkei 225 recuou 2,79%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 2,97%.
Em Hong Kong, o Hang Seng teve baixa de 0,81%. Na China continental, o Xangai Composto conseguiu reverter perdas ao longo do dia e fechou com leve alta de 0,24%.
Já nas bolsas globais, o Dow Jones subiu 0,52%, assim como o S&P 500, que registrava ligeira alta de 0,11%. Já o Nasdaq virou para ligeira queda de 0,16%. O mercado se mantém sensível a novas notícias sobre o conflito e o envio de tropas americanas.
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