Ibovespa dispara! Recuperação surpreendente impulsionada por Trump e tensão no Oriente Médio. Acompanhe a alta histórica!
O Ibovespa iniciou a sessão de terça-feira, 31, com uma leve alta, mas rapidamente ganhou força ao longo da manhã, impulsionado por um ambiente externo mais favorável e pela tradicional correção de fim de mês. Por volta das 11h, o principal índice da B3 registrou um aumento superior a 2%, retornando à marca de 186 mil pontos.
Essa recuperação se deu em meio a ajustes de posição por parte dos investidores, atentos à formação da Ptax, taxa de referência utilizada em contratos cambiais.
Ações de blue chips, como Vale (VALE3), que subiu 2,55%, Petrobras (PETR3 e PETR4), com avanços de 0,73% e 0,88%, e grandes bancos, incluindo BTG Pactual (BPAC11) e Santander (SANB11) – que subiram 3,20% e 2,88%, respectivamente – contribuíram significativamente para o desempenho positivo do Ibovespa.
A expectativa de uma possível desescalada do conflito entre Estados Unidos e Irã também exerceu influência positiva no mercado.
O mercado acompanhou de perto os sinais de uma possível redução das tensões geopolíticas, com a divulgação de informações sobre a disposição do ex-presidente Donald Trump em encerrar operações militares, mesmo com o Estreito de Ormuz ainda fechado.
Essa notícia, combinada com a proposta do Secretário de Estado Marco Rubio para uma administração multinacional do estreito, contribuiu para o apetite por ativos de risco, apesar dos preços elevados do petróleo no mercado internacional. O Brent, referência global, subiu quase 4%, atingindo US$ 117,12, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, operava em US$ 102,83.
Antes das informações sobre a possível mudança de postura de Trump, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda, com destaque para o Kospi da Coreia do Sul, que caiu 4,26% em Seul, e o Nikkei do Japão, que recuou 1,58% no Japão. Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,80% e o Shenzhen Composto teve queda de 1,71%.
Na Europa, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,79%, mas interrompendo uma sequência de oito meses positivos.
O cenário externo, com a expectativa de desescalada do conflito no Oriente Médio, impulsionou o Ibovespa e outros mercados globais. Investidores atentos a qualquer sinal concreto de redução das tensões, o que resultou em um aumento do apetite por ativos de risco e uma correção nos rendimentos dos títulos do Tesouro Americano.
A Europa e os EUA avançaram, enquanto a Ásia fechou em queda.
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