Ibovespa dispara em alta! Recuperação surpreendente nesta terça-feira (24/06/2026) com Petrobras em destaque. Saiba mais!
O Ibovespa apresentou uma recuperação significativa nesta terça-feira, 24 de junho de 2026, zerando as perdas da abertura. Por volta das 11h30, o principal índice da B3 operava praticamente estável, com uma leve queda de 0,01%, situando-se em 181.917 pontos.
Essa recuperação veio após uma abertura com forte pressão de baixa, impulsionada por uma maior cautela entre os investidores diante do cenário econômico global.
As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) lideraram o desempenho positivo, com um avanço de quase 4%, seguidas de perto pelas ordinárias (PETR3), que subiram cerca de 3,65%. A Brava Energia (BRAV3) e a Prio (PRIO3) também contribuíram para o movimento ascendente, impulsionadas pela recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional.
O Vale (VALE3) também apresentou um desempenho positivo, com alta de 0,34%.
Contudo, outras 50 ações do índice ainda mantinham-se no terreno negativo, refletindo a persistente incerteza em relação ao conflito no Oriente Médio e seus impactos nos mercados financeiros.
A alta dos preços do petróleo, impulsionada por ataques a instalações de gás na cidade de Isfahan, Irã, e pela resposta do Irã com novos mísseis contra Israel, exerceu um forte efeito positivo sobre as ações de empresas do setor de energia, como a Petrobras e a Brava Energia.
O barril de Brent avançou mais de 3%, atingindo US$ 102,93, enquanto o WTI subiu 4,04%, a US$ 91,72.
O cenário internacional, marcado pela escalada do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, gerou uma percepção de risco elevada, sustentando o viés de alta do dólar frente a moedas emergentes. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de iniciar um ciclo de flexibilização monetária, após dois anos, também influenciou o mercado, com investidores aguardando cautelosamente os próximos passos da política monetária.
A ata da reunião do Copom reforça a leitura de que o atual movimento é de “calibração”, com a política monetária ainda em território restritivo. A economista Marianna Costa, da Mirae Asset, avaliou que o cenário internacional, deteriorado pelo conflito e pelas incertezas sobre a política econômica dos Estados Unidos, exige um ritmo cauteloso para novos cortes de juros.
As projeções do Banco Central indicam uma inflação de 3,9% em 2026 e de 3,3% no horizonte relevante, considerando um câmbio em R$ 5,20 por dólar e uma alta do petróleo no curto prazo. A atividade econômica brasileira mostra desaceleração no final de 2025, especialmente nos setores mais sensíveis aos juros, mas com sinais iniciais de retomada em 2026, em ritmo moderado.
A analista Marianna Costa destaca que o ambiente internacional se deteriorou, refletindo tanto o avanço do conflito no Oriente Médio quanto as dúvidas sobre a política econômica dos Estados Unidos, com impactos diretos sobre preços de ativos e expectativas.
A atividade econômica mostra desaceleração mais evidente no fim de 2025, especialmente nos setores mais sensíveis ao ciclo de juros, embora haja sinais iniciais de retomada em 2026, ainda em ritmo moderado. O mercado de trabalho segue como ponto de atenção.
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