Ibovespa e Dólar sob pressão! Incertidões globais abalam mercado. Greve dos caminhoneiros ameaça economia. Saiba mais!
O Ibovespa apresentou ganhos menores no final da tarde de terça-feira, 17, após um dia de forte alta. Por volta das 16h20, o principal índice da B3 registrava uma variação de 0,20%, situando-se em 180.234 pontos. Paralelamente, o mercado de câmbio também viu uma desaceleração na queda do dólar frente ao real, com a moeda americana recuando 0,54% e sendo negociada a R$ 5,202.
Anteriormente, o dólar havia atingido um mínimo diário de R$ 5,17.
Apesar da retração nos ganhos no Brasil, o cenário internacional também apresentou sinais de moderação. As principais bolsas de Wall Street, como o Dow Jones (subindo 0,17%), o Nasdaq (com alta de 0,48%) e o S&P 500 (com avanço de 0,32%), também reduziram seus ganhos.
Essa dinâmica ocorre em um contexto de crescente preocupação com a conjuntura econômica e geopolítica global.
Um fator que tem gerado atenção nos investidores é a articulação de uma possível paralisação nacional por parte dos caminhoneiros. Segundo a Folha de S.Paulo, a greve visa protestar contra o aumento do custo do diesel e a insatisfação com as medidas do governo para controlar a alta dos combustíveis.
Wallace Landim, conhecido como “Chorão”, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), confirmou que a articulação envolve motoristas autônomos e “celetistas”, contratados por empresas de transporte.
Além das questões internas, a geopolítica global continua sendo um fator determinante para os investidores. Ataques iranianos a operações no campo de gás Shah, nos Emirados Árabes Unidos, e a retomada do tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, por ordem da Casa Branca, intensificaram as incertezas.
O petróleo avançou mais de 1% nesta manhã, refletindo a alta volatilidade do mercado.
A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que ocorrerá entre hoje e quarta-feira, 18, é aguardada com expectativa. A decisão sobre a taxa Selic, que está em 15% ao ano desde maio de 2024, pode marcar o início de um ciclo de cortes, mas a intensidade desse movimento é incerta.
Inicialmente, a expectativa era de um corte de 0,50 ponto percentual, mas o aumento recente nos preços do petróleo e a deterioração do cenário externo podem levar o Copom a adotar uma postura mais cautelosa, com um corte de 0,25 p.p. ou até mesmo a manter a taxa inalterada.
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