Ibovespa em crise? Petrobras e Vale caem! Incertidões globais assustam mercado e Trump no centro das atenções.
O Ibovespa apresentou um dia de cautela nesta quarta-feira, 1º de maio de 2026, com o índice zerando os ganhos por volta das 11h20 e encontrando um leve viés de alta. A estabilidade do principal índice da B3, que registrava 0,21% de alta aos 187.834 pontos, veio acompanhada de um cenário ainda influenciado por incertezas no exterior.
O mercado demonstrava uma postura aguarda, buscando sinais mais concretos para definir seus movimentos.
Entre os destaques negativos do dia, as ações da Petrobras se mostraram particularmente sensíveis. Os papéis ordinários (PETR3) e preferenciais (PETR4) registraram quedas significativas, com desvalorizações de 4,25% e 3,39%, respectivamente. Essa pressão se deveu, em parte, à persistente baixa dos preços do petróleo no mercado internacional, apesar do aumento recente no preço médio de venda do querosene de aviação para as distribuidoras.
A Vale (VALE3) também apresentou um desempenho inferior, com uma alta de apenas 0,35% após ter liderado as altas no início do pregão. A empresa demonstra uma reação cautelosa diante da volatilidade do mercado de commodities.
Ian Lopes, economista da Valor Investimentos, ressaltou que o mercado opera em um estado de “compasso de espera” devido às incertezas geopolíticas, especialmente em relação ao conflito no Irã. “Temos muita incerteza e informações cruzadas”, afirmou, destacando que a atenção dos investidores está voltada para o próximo pronunciamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e para qualquer atualização sobre a situação no Oriente Médio.
Apesar de um movimento de alta no dia anterior, impulsionado por expectativas de uma solução para o conflito, a falta de confirmação e a persistência das incertezas mantêm os investidores cautelosos. A expectativa é que o mercado reaja a qualquer nova informação divulgada por Trump.
O conflito no Irã, que já atingiu o 33º dia, continua a influenciar o mercado financeiro. Os ataques de Israel contra Teerã e as retaliações iranianas com mísseis, juntamente com a expansão do conflito para a região, geram preocupação entre os investidores.
O barril do Brent, que havia atingido valores acima de US$ 100, voltou a cair abaixo dessa marca, refletindo a volatilidade do mercado.
Novas declarações de Trump, que mencionou a possibilidade de os Estados Unidos se retirarem do conflito em até duas ou três semanas e o pedido de cessar-fogo por parte do novo líder iraniano, também influenciam o comportamento do mercado. No entanto, essas informações ainda não foram confirmadas de forma independente.
O mês de março, marcado pela alta volatilidade provocada pelo início da guerra, interrompeu uma sequência de sete meses consecutivos de alta no Ibovespa. Apesar desse período turbulento, o índice acumulou uma valorização expressiva de 16,35% no acumulado de 2026.
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