Ibovespa despenca com crise no Oriente Médio! 😱 Incógnitas globais assustam investidores e afetam o mercado. Saiba mais!
O Ibovespa iniciou a sessão de terça-feira, 24, com uma queda de 1,04%, situando-se aos 180.036 pontos. Esse movimento reflete a cautela dos investidores, impulsionada por um cenário externo marcado por incertezas, especialmente em relação ao conflito no Oriente Médio.
O índice, que havia apresentado uma alta expressiva na véspera – a maior desde 2021 – demonstra uma correção, com o mercado buscando se ajustar a novos eventos.
A dinâmica do mercado foi caracterizada por um viés negativo, com 61 ações em baixa contra apenas 15 estáveis e seis em alta. As petroleiras Petrobras e Prio se destacaram com ganhos, impulsionadas pela recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, após uma queda significativa na sessão anterior.
O barril de Brent avançou acima de 3%, atingindo US$ 103,25, enquanto o WTI subiu quase 5%, a US$ 92,14.
A intensificação dos confrontos entre Irã, Estados Unidos e Israel gerou preocupação nos mercados financeiros. Ataques a instalações de gás no Irã, confirmados pela agência Fars, e a subsequente resposta do Irã com lançamento de mísseis contra Israel, além de ataques israelenses no norte do país, intensificaram o risco percebido.
Essa situação levou investidores a buscarem ativos considerados mais seguros, elevando o dólar frente a moedas emergentes e pressionando bolsas em todo o mundo.
No cenário doméstico, a ata da reunião do Copom, que sinalizou o início do ciclo de flexibilização monetária – o primeiro em dois anos – também influenciou o mercado. O comitê expressou cautela na condução da política monetária, considerando o cenário externo incerto, especialmente o conflito no Oriente Médio.
A economista Marianna Costa, da Mirae Asset, avaliou que a ata indica uma fase de “calibração”, com a política monetária ainda em território restritivo, mas com um ritmo cauteloso devido à incerteza.
As projeções do Banco Central indicam uma inflação de 3,9% em 2026 e de 3,3% no horizonte relevante, considerando um câmbio de R$ 5,20 por dólar e uma alta do petróleo. A atividade econômica brasileira mostra desaceleração no final de 2025, especialmente nos setores mais sensíveis aos juros, mas com sinais de retomada em 2026, ainda em ritmo moderado.
A analista Costa ressaltou a importância do mercado de trabalho e alertou para riscos de alta, como a “desancoragem das expectativas de inflação” e choques inflacionários, bem como riscos de baixa, como uma desaceleração mais acentuada da atividade doméstica e uma queda nos preços de commodities.
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