Ibovespa despenca 1,22% em meio a crise no Oriente Médio! Ações sob pressão com ataques do Irã e alta do petróleo. Saiba mais!
O Ibovespa iniciou a sessão de hoje, quinta-feira, 19, com uma forte desvalorização, refletindo o aumento da aversão ao risco no mercado financeiro internacional. A situação é marcada pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio, especialmente com os ataques do Irã a instalações energéticas na região do Golfo, o que impulsionou o preço do petróleo e gerou preocupação entre os investidores.
Às 10h21, o principal índice da B3 apresentava uma queda de 1,22%, situando-se em 177.446 pontos. Paralelamente, o dólar também se fortaleceu em relação ao real, com alta de 0,64%, atingindo o valor de R$ 5,279. Esse movimento acompanha a tendência observada em outros mercados, onde investidores buscam ativos considerados mais seguros como refúgio.
O aumento da aversão ao risco se traduziu em uma forte alta nos contratos de petróleo. O Brent subiu 5,08%, atingindo US$ 112,82 o barril, enquanto o WTI avançou 0,91%, a US$ 97,20, no mesmo horário. Essa valorização ocorre em um contexto de crescente incerteza devido ao conflito no Oriente Médio e ao temor de interrupções no fornecimento global de energia.
Marianna Costa, economista da Mirae Asset, comentou sobre o cenário, destacando que “a sessão começa com forte queda dos principais índices acionários, impactados pela escalada das tensões no Oriente Médio, que elevaram os preços de energia e reduziram o apetite por risco”.
Ela ressaltou que os contratos do Brent chegaram a se aproximar de US$ 117 por barril, impulsionados por novos ataques a infraestruturas energéticas, aumentando o receio de interrupções no fluxo global de petróleo e gás.
Além do cenário geopolítico, os investidores estão atentos às decisões de política monetária de bancos centrais ao redor do mundo. O Banco Central da Inglaterra e o Banco Central Europeu devem manter as taxas de juros estáveis, enquanto o Federal Reserve (Fed) nos Estados Unidos, por sua vez, apresentou dados de pedidos de seguro-desemprego que indicam a resiliência da economia americana, o que sustenta a postura cautelosa do banco em relação a cortes de juros.
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) também se pronunciou, reduzindo a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. Essa decisão sinaliza cautela em relação ao comportamento da inflação e ao cenário externo, que continua volátil.
A expectativa é que o mercado continue acompanhando de perto os acontecimentos no Oriente Médio e as decisões dos bancos centrais.
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