Crise global assola mercados! Conflito EUA-Irã causa pânico e correção histórica. Nasdaq resiste, mas Europa e Ásia caem! Saiba mais.
O início de março foi marcado por uma correção generalizada nos mercados acionários, impulsionada pelo crescente conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Um levantamento recente da Elos Ayta, divulgado nesta terça-feira, 10, revelou que apenas o Nasdaq Composite, índice norte-americano com forte presença de empresas de tecnologia, conseguiu resistir à pressão e apresentar uma leve alta de 0,12% em dólares.
Apesar desse pequeno ganho, a movimentação chamou a atenção dos analistas, que observaram uma redução na exposição dos investidores a ativos de risco e uma busca por proteção. O cenário geral refletiu uma reavaliação das expectativas para a economia global, com quedas mais acentuadas registradas na Europa e na Ásia.
O Euro Stoxx 50, índice que reúne grandes empresas da zona do euro, acumulou um recuo de 15,50% em dólares, enquanto o Nikkei 225, do Japão, caiu 11,35% e o S&P/BVL General, do Peru, recuou 10,69%.
A consultoria destaca que a forte concentração de empresas de tecnologia e inovação no índice americano contribui para sua relativa estabilidade em momentos de crise. Empresas com receitas globais e margens elevadas tendem a oferecer alguma proteção em cenários de incerteza, indicando um movimento de seletividade e não de euforia. “É um retrato típico de momentos de tensão”, afirmou a Elos Ayta no seu levantamento.
Em comparação, a América Latina apresentou perdas relativamente mais moderadas. O S&P Merval, da Argentina, registrou uma queda de 1,03% em dólares, enquanto o MSCI Colcap, da Colômbia, recuou 1,16%. O S&P 500, principal índice acionário dos Estados Unidos, também sofreu uma queda de 1,20% no mesmo período.
Dentro desse contexto global, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, acumulou uma queda de 4,17% em reais e um recuo de 5,35% em dólares entre 27 de fevereiro e 9 de março. O Brasil ocupa a 8ª posição entre os melhores resultados da amostra analisada pela consultoria, o que coloca o índice no chamado “meio da tabela”.
A consultoria interpreta o movimento como uma correção relevante, mas que demonstra resiliência relativa em comparação com os mercados da Ásia e da Europa, que concentraram as perdas com o conflito no Oriente Médio.
O conflito, que teve início em 28 de fevereiro com ataques coordenados de Estados Unidos e Israel que resultaram na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, chegou ao 11º dia nesta terça-feira, 10. Declarações de autoridades americanas indicaram a possibilidade de um desfecho mais próximo, mas os sinais vindos dos dois lados do conflito permanecem contraditórios.
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, afirmou que o país não busca um cessar-fogo, enquanto a Guarda Revolucionária Islâmica declarou que caberá ao Irã determinar quando a guerra chegará ao fim. Estados Unidos e Irã trocaram novas ameaças, aumentando o risco de que o conflito avance para o Estreito de Hormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo e gás.
Autor(a):
Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!