Ibovespa quebra recordes e surpreende em janeiro de 2026! Investidores buscam ativos emergentes com Trump no comando. Saiba mais!
O pregão da semana, fechando o mês de janeiro de 2026, começou com um cenário de cautela no mercado acionário brasileiro. As ações negociadas em Nova York apresentavam uma queda de 1,50% no pré-mercado, impulsionada pela expectativa de que investidores realizem parte dos lucros acumulados ao longo do mês.
Essa movimentação, conhecida como “realização de lucros”, é comum no final do mês, quando os investidores buscam consolidar ganhos.
Apesar da queda inicial, janeiro de 2026 se destacou como um mês excepcionalmente positivo para o Ibovespa. O índice atingiu seis recordes de patamar, culminando em um máximo histórico de 184,7 mil pontos. A alta acumulada até a quinta-feira registrou um valorização de 13,66%, o maior ganho para o mês de janeiro desde 2006, quando o índice avançou 14,73%.
A forte valorização do Ibovespa foi atribuída à aversão ao risco dos investidores, que, temendo a incerteza gerada pelas políticas econômicas do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, optaram por reduzir suas posições em ativos americanos e buscaram oportunidades em países emergentes, como o Brasil.
Nos Estados Unidos, Donald Trump anunciou na quinta-feira que revelaria na manhã da sexta-feira a escolha para substituir Jerome Powell na presidência do Federal Reserve (FED). O nome cotado para a função seria Kevin Warsh, ex-diretor do FED, cuja experiência e postura mais conservadora em relação à política monetária poderiam ser bem recebidos pelos mercados.
Os indicadores econômicos divulgados para o mês de dezembro de 2025 apresentaram um cenário misto. A Dívida Bruta/PIB ficou em 78,7%, ligeiramente acima da expectativa de 79,5% e da leitura anterior de 79,0%. O superávit orçamentário foi de +R$ 6,251 bilhões, abaixo do esperado.
O balanço orçamentário foi de –R$ 115,502 bilhões. A Dívida Líquida/PIB ficou em 65,3%, também acima da expectativa. A taxa de desemprego foi de 5,1%, um pouco acima do esperado. Nos Estados Unidos, a inflação no atacado IPP ficou em 0,2%, conforme o esperado.
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