Ibovespa quebra recordes! 🚀 Acompanhe a alta histórica do índice na “super quarta”, 28 de janeiro de 2026. Decisões do Banco Central e Fed ditam o ritmo! Raízen e C&A lideram ganhos. Saiba mais!
O Ibovespa renovou suas máximas históricas nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, impulsionado por um forte apetite ao risco e pela expectativa das decisões de política monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Na primeira hora de negociação, o principal índice da B3 avançou 1,73%, atingindo os 185.064,76 pontos, um novo patamar recorde.
O movimento se intensificou ainda mais, com uma alta de 0,98% às 12h20, elevando o índice para 183.702 pontos.
O pregão de destaque ocorreu em um dia crucial para os mercados financeiros globais, conhecido como “super quarta”, marcado por decisões de política monetária de bancos centrais e a divulgação de balanços corporativos importantes. Nos Estados Unidos, a agenda começou com o índice de confiança do consumidor GfK, divulgado na Alemanha às 4h. Em seguida, o Banco do Canadá anunciou sua decisão de política monetária, com expectativa de manutenção da taxa básica em 2,25%. O foco principal do mercado, no entanto, estava nos Estados Unidos, onde o Federal Reserve (Fed) divulgaria sua decisão de política monetária às 16h, acompanhada do discurso do presidente Jerome Powell.
No Brasil, o Banco Central tomaria sua decisão sobre a taxa Selic às 18h30. A expectativa era de uma postura cautelosa, com atenção aos sinais sobre a condução futura da política monetária. Além das decisões de juros, a temporada de balanços nos Estados Unidos, com a divulgação dos resultados de empresas como Microsoft, Meta Platforms, Tesla, ASML e IBM, também influenciaria o humor dos mercados globais. O desempenho do Ibovespa em janeiro de 2026 já se destacava, sendo um dos meses de maior valorização mensal do índice em mais de uma década, desde 2010.
No cenário brasileiro, ações da Raízen (RAIZ4) lideraram os ganhos com 15,56% no segundo pregão consecutivo, em meio a rumores de um possível aumento de capital para redução do endividamento. A C&A (CEAB3) subiu 7,91%, impulsionada pela expectativa de queda dos juros futuros no primeiro semestre, enquanto a Usiminas (USIM5) avançou 7,65% devido à alta dos preços dos metais e discussões sobre medidas protecionistas para a indústria siderúrgica.
A Embraer (EMBR3) apresentou um desempenho inferior, com uma queda de 3,99%.
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