Ibovespa quebra recordes! Investimento estrangeiro dispara e B3 sobe. Veja os setores em alta e a rotação de ativos que impulsiona o mercado.
O mercado acionário brasileiro continuou a mostrar sinais de força em fevereiro de 2026, impulsionado por um forte fluxo de investimentos estrangeiros. Até o dia 20, investidores institucionais internacionais injetaram R$ 5,5 bilhões em ações listadas na B3, acompanhando a renovação de máximas históricas do Ibovespa.
De acordo com um relatório do Itaú BBA, esse fluxo externo acumulado no segundo mês do ano ultrapassa os R$ 10 bilhões, totalizando um acumulado de R$ 36,6 bilhões no ano. Esse movimento ocorre em um cenário de valorização generalizada do mercado doméstico, com o Ibovespa superando os 190 mil pontos em menos de dois meses.
Apesar do aumento das compras estrangeiras, houve um fluxo líquido negativo de R$ 2,7 bilhões na semana anterior, com investidores locais vendendo ações. No entanto, os fundos de ações ativos e os fundos multimercados (hedge funds) apresentaram saídas de recursos no mês, acumulando resgates de R$ 5,2 bilhões e R$ 6,0 bilhões, respectivamente, apesar de terem entradas líquidas no ano.
O desempenho das commodities impulsionou o mercado nos últimos dias, com aço, mineração, shoppings e o agronegócio liderando os ganhos. Setores como bens de capital, bancos e papel e celulose apresentaram desempenho inferior. Em termos de setores, a economia doméstica e o setor financeiro se destacaram nos últimos 12 meses, com altas próximas de 60%, enquanto o setor de commodities ficou atrás.
A análise por tamanho de empresa revelou que as small caps (empresas menores) superaram as large caps (empresas maiores) nos últimos 30 dias, enquanto as mid caps (empresas de porte médio) permaneceram em um desempenho negativo. Essa rotação em direção a ativos de maior liquidez acompanha a busca por maior potencial de crescimento.
O cenário internacional também contribuiu para o bom desempenho do Ibovespa. A Coreia do Sul lidera entre os mercados emergentes com alta superior a 150% em 12 meses, seguida por Colômbia, Peru e Taiwan. O Brasil registra valorização superior a 50% no mesmo período, reforçado pela melhora recente do fluxo para a região.
Os dados divulgados pelo Banco Central indicam um déficit em transações correntes de US$ 8,4 bilhões em janeiro de 2026, menor que o registrado em janeiro de 2025. O superávit comercial de US$ 3,5 bilhões em janeiro também contribuiu para o cenário positivo, impulsionado por um aumento nas exportações e uma redução nas importações.
A taxa básica de juros, mantida em um nível elevado, e o volume de Investimento Direto no País (IDP) também agregam atratividade aos ativos locais.
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