Ibovespa busca estabilidade em meio à crise global! Ação da Prisão dispara +5%, Petrobras também sobe. Dólar em queda e juros atraem investidores. Saiba mais!
No início da sessão desta segunda-feira, 9 de junho de 2026, o Ibovespa apresentou uma movimentação cautelosa, buscando estabilidade em um cenário global marcado por crescente tensão. A bolsa brasileira registrava uma alta de 0,25% às 12h24, com o índice principal em 179.807 pontos, impulsionada por um desempenho relativamente positivo em comparação com outros mercados internacionais.
Apesar da escalada da aversão ao risco nos mercados globais, provocada pela intensificação das tensões no Oriente Médio, o Ibovespa demonstrava resiliência. Em um universo de 84 ações, 49 apresentavam cotações em baixa, 18 estavam estáveis e 17 registravam avanços, refletindo uma dinâmica de cautela e oportunidades pontuais.
Um dos principais fatores impulsionadores do Ibovespa era o avanço dos preços da commodity, especialmente do petróleo. As ações da Prisão (PRIO3) lideravam as altas, com um aumento superior a 5%, enquanto as da Petrobras (PETR3 e PETR4) também apresentavam forte valorização, refletindo o impacto positivo da alta do petróleo no setor.
Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos, destacou que o desempenho do Ibovespa era positivo quando comparado ao restante do mundo, especialmente à Ásia, que registrava quedas mais intensas. Ele ressaltou que a alta do petróleo sustentava parte do índice, mas que o mercado ainda estava avaliando os impactos de um preço mais elevado da energia na inflação.
Em contrapartida, a ação da MRV (MRVE3) liderava as perdas do índice, com um recuo próximo de 6%, devido a resultados mistos da incorporadora. O negócio de incorporação no Brasil havia retornado ao lucro, atingindo as metas operacionais, mas a operação americana, Resia, continuava pressionando o resultado consolidado, refletindo os desafios da reestruturação e venda de ativos nos Estados Unidos.
O dólar também acompanhava o cenário de aversão ao risco, ampliando a queda frente ao real, que atingia R$ 5,211 às 12h19. Para Moliterno, o diferencial elevado de juros entre o Brasil e outros países continuava sendo um fator determinante, atraindo investidores e valorizando o real.
A taxa básica de juros ainda elevada no país, com tendência de queda, contrastava com as taxas mais baixas em outros mercados, mantendo o Brasil atrativo para o capital estrangeiro.
No exterior, os mercados também apresentavam quedas mais expressivas, refletindo o temor de que a guerra no Oriente Médio provoque um período prolongado de preços elevados de energia, pressionando a inflação e a atividade econômica global. As bolsas da Ásia, Europa e Estados Unidos registravam perdas significativas, sinalizando a preocupação com as consequências da crise no Oriente Médio.
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